sábado, 8 de novembro de 2014

Nação que tirou “Deus” do dicionário experimenta avivamento


Nação que tirou “Deus” do dicionário experimenta avivamentoNação que tirou "Deus" do dicionário experimenta avivamento
Durante décadas a Albânia viveu sob regime comunista. Em 1967, o ditador Enver Hoxha declarou-a oficialmente “a primeira nação ateísta do mundo”. A justificativa é que as religiões seriam influências estrangeiras para a cultura albanesa, sendo totalmente proibidas. Fechados para o restante do mundo, durante o governo de Enver, foram criados 19 campos de concentração ao estilo nazista. Estima-se que 700.000 pessoas que se opunham aos comunistas foram assassinadas ou mandadas para esses campos.
Chegaram a remover a palavra “Deus” do dicionário de albanês. O regime destruiu ou desapropriou todos os templos religiosos e tirou totalmente do povo albanês a liberdade de expressão. Isso continuou até 1991, quando o comunismo ali chegou ao fim.
Com a retomada da democracia, o país voltou a ter liberdade de culto. Atualmente, cerca de 70% da população se declara muçulmana, 10% de católicos, 7% de ortodoxos. Os evangélicos se enquadram como “outras religiões” e são menos de 1%. Contudo, há muitos ministérios que comemoram o que chamam de “avivamento”.
É bom lembrar que somente em março de 2011 pela primeira vez na história do país a Igreja Evangélica Albanesa foi reconhecida pelo governo e alcançou o mesmo patamar das outras. Os ministérios que mais tem crescido no país são as rádios cristãs que também só conseguiram permissão estatal para operar recentemente.
O ministério da Rádio Mundial Tide [Maré, em inglês] tem se expandido na Albânia e levado o evangelho de Jesus Cristo através de programas de rádio produzidos na língua local.
“Esta nação, que já foi tão fechada ao evangelho, hoje está aberta para os missionários e permite a plena liberdade religiosa”, comemora Don Shenk, diretor da rádio The Tide. “Porém, infelizmente os efeitos da proibição do evangelho, que duraram tanto tempo, ainda podem ser vistos. A maioria da população foi criada sob um sistema que ensinava que Deus não existia. Mas sabemos que o amor de Deus pelo povo da Albânia é sem medida, e nosso coração está em compartilhar com eles o amor incomparável e eterno de Jesus Cristo e a verdade da salvação por meio dele”.
A Radio 7, uma rede cristã que transmite programação evangélica desde 2002 tem trabalhado com a rede da Tide em um ministério conjunto de plantação de igrejas baseado na Albânia. Eles celebram os resultados do seu esforço, com muitos testemunhos de conversões no país. É uma grande vitória saber que numa nação onde não podia se ouvir falar sobre Deus testemunha uma nova geração podendo ouvir falar dEle 24 horas por dia.
Isso não significa que a vida dos evangélicos tem sido fácil, pois existem outros tipos de perseguição, especialmente por parte dos muçulmanos. Não por acaso, em setembro quando o papa Francisco visitou o país, em seu discurso condenou quem mata “em nome de Deus”.
Assista:
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União Europeia pressiona Israel para dividir Jerusalém


União Europeia pressiona Israel para dividir JerusalémUnião Europeia pressiona Israel para dividir Jerusalém
Federica Mogherini é italiana e aos 16 anos começou a estudar política internacional. Recém-empossada chefe da diplomacia da União Europeia (UE), sua primeira visita oficial foi a Israel e aos territórios palestinos. Além dos encontros com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o presidente Reuven Rivlin e o ministro das Relações Exteriores Avigdor Liberman, do lado israelense, ela também se encontrou com líderes palestinos.
Neste sábado (8) durante uma coletiva de imprensa em Gaza, Federica afirmou: “Precisamos de um Estado palestino. Este é o objetivo e esta posição é compartilhada por toda a União Europeia”. Alertou ainda que “o mundo não suportará uma nova guerra na região”.
A chefe da diplomacia europeia havia pedido ontem (7), durante sua visita a Jerusalém, a retomada urgente das negociações de paz. Seu discurso enfático não foi bem recebido pelas autoridades israelense, por causa da nova onda de conflitos que o país tem enfrentado.
Os recentes embates entre palestinos e policiais israelenses acabaram fechando o acesso ao Monte do Templo. Há mais de duas semanas, todos os dias ocorrerem enfrentamentos, deixando vítimas fatais de ambos os lados.
Antes da viagem, Mogherini deu uma entrevista a vários jornais europeus, afirmando que seu desejo é ver a formação de um estado palestino “nos próximos 5 anos” e que era preciso “um novo começo” no Oriente Médio.
“A ação europeia pode ser decisiva durante este momento importante, talvez o mais difícil que esta região jamais experimentou”, acrescentou. Insistindo na necessidade de um “acordo global”, sendo importante que todos os 28 estados membros da UE tenham uma posição única em relação ao Oriente Médio.
Segundo o The Wall Street Journal, há o entendimento de várias nações que deveriam seguir os passos da Suécia e do Reino Unido, que reconheceram no mês passado, a Palestina como um Estado independente, passando por cima da ONU. O reconhecimento forçaria uma divisão de Jerusalém, para acomodar a capital anunciada pelo Estado Palestino, algo que o governo de Netanyahu rejeita enfaticamente.
Esse tipo de discurso é visto por especialistas como um sinal claro que a comunidade europeia pretende intervir cada vez mais nas negociações de paz entre israelitas e árabes, que antes era articulado apenas pelos EUA. Com informações de IB Times e Times of Israel
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Muçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãos


Muçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãosMuçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãos
Segundos dados do governo, oficialmente a Albânia tem cerca de 60% de muçulmanos e menos de 20% de cristãos.  Historicamente, os albaneses vivem uma guerra étnica e religiosa com seus vizinhos da Sérvia, que chamou atenção do mundo na década de 1990 no conflito pelo Kosovo, que fez dezenas de milhares de vítimas e ajudou na desintegração da antiga Iugoslávia.
O país recebeu a visita do papa Francisco em setembro e ouviu o pontífice criticar os grupos extremistas, afirmando que eles “desnaturalizam o autêntico sentido religioso, distorcem e instrumentalizam” as diferenças, transformando isso em um “fator perigoso de conflito e violência”.
Cerca de 40 dias após esse pronunciamento, uma denúncia grave mostra que isso foi levado ao extremo. Embora com pouca repercussão na mídia do Brasil, está comprovado que muçulmanos albaneses estão sequestrando cristãos, dissecando-os vivos, retirando seus órgãos e vendendo-os para a Arábia Saudita e Turquia.
As denúncias não são novas. Há registros que esse tipo de operação ocorria cerca de 15 anos atrás. Porém, eram considerados apenas “crimes de guerra”, por causa da situação vivida na região.
Agora, um cristão, oficial aposentado das forças armadas da Albânia, chamado Lazar veio a público denunciar que isso continua acontecendo. São verdadeiros açougues humanos, onde as pessoas são mortas para ter seus órgãos vendidos no “mercado negro”. As vítimas são na sua maioria cristãos sérvios, “homens, jovens mulheres e crianças”.
Para comprovar suas acusações, Lazar lembra que um documentário produzido pela rede de TV alemã Deutsche Welle, alguns anos atrás já mostrou que isso realmente ocorre na Albânia. As Nações Unidas nunca investigaram oficialmente a situação.
O oficial albanês afirma que essa prática bárbara está ligada ao que o Estado Islâmico está fazendo com cristãos na Síria e no Iraque e que existe um amplo mercado para os órgãos dos cristãos no Oriente Médio.
site americano Shoebat, escrito por um cristão conservador foi o primeiro a relatar a existência desses “matadouros humanos” e divulgou um vídeo estarrecedor (cenas fortes, cuidado).
Esse mesmo site havia revelado em março a existência de “matadouros de cristãos” nos distritos de Siba e Bayyada, na região de Homs, na Síria. Os sacrifícios são feitos por um açougueiro acostumado com o abate de ovelhas. Com informações de Right Wing News
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Casal cristão é espancado até a morte no Paquistão por “blasfêmia”


Casal cristão é espancado até a morte no Paquistão por “blasfêmia”Casal cristão é espancado até a morte no Paquistão
Mais um caso de perseguição religiosa no Paquistão ganha as manchetes mundiais. Neste terça (4) um casal de cristãos foi atacado por uma multidão enfurecida de muçulmanos.
As vítimas eram casadas e foram identificadas pelas autoridades apenas pelo primeiro nome: Shama e Shehzad. Moradores da cidade de Kot Radha Kishan, foram acusados de blasfêmia por ter supostamente profanado uma cópia do Corão. Mesmo sem provas nem julgamento, foram espancados e depois jogados vivos no forno de tijolos da olaria onde trabalhavam.
Embora o governo negue, o Paquistão tem demonstrado que não há tolerância com os que professam outra fé além do Islamismo. As acusações de blasfêmia são consideradas graves e quase sempre resultam em violência física. O Paquistão abriga muitos simpatizantes do regime Talibã, que ainda domina partes do vizinho Afeganistão.
Shahbaz Sharif, representante local do governo, anunciou que uma comissão de investigação foi formada. Também teria ordenado um reforço policial para garantir a segurança dos bairros cristãos da província. O fato de o casal trabalhar nos fornos de tijolos é sintomático. Por serem cristãos, tiveram muitos direitos básicos negados.  Existem milhares na mesma situação, recebendo bem menos que os muçulmanos e trabalhando em condições insalubres até 14 horas por dia.
A violência contra a minoria cristã é comum no Paquistão. Igrejas são destruídas, pastores presos e cristãos atacados e mortos. Possivelmente, o caso mais famoso é o de Asia Bibi, mulher que está no corredor da morte desde novembro de 2010, acusada de ter ofendido o profeta Maomé. Os líderes políticos Salman Tasir e Shahbaz Bhatti, que tentaram defender os direitos das minorias, foram assassinados. Com informações de Christian Today
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Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como “escravas sexuais”


Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como “escravas sexuais”Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como "escravas sexuais"
Rotineiramente, as notícias relacionadas à organização extremista muçulmana Estado Islâmico (EI) geram horror no mundo ocidental. O principal motivo para isso é que seus membros tentam impor a lei sharia para todos os que vivem dentro de seus domínios.
Invasão de cidades, massacre de moradores, crucificação e decapitação de cristãos já foram manchetes em diversos órgãos de imprensa e até o momento nenhum posicionamento oficial da Organização das Nações Unidas (ONU).
Pelo contrário, quando os Estados Unidos e uma coalização de outros países começaram a bombardear as posições do EI no Iraque, foram criticados na plenária da ONU pela presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso, ela disse que deveria ser procurado “o diálogo, o acordo” e condenou os ataques.
Hoje, o influente jornal inglês Daily Mail publicou uma reportagem que mostra mais de perto um aspecto amplamente ignorado fora do mundo islâmico: o mercado de escravas sexuais.
Previsto pelo Alcorão na Sura 4:24, a prática é explicitada em tempos de guerra – como a que os soldados do EI acreditam estar lutando. Eles não podem, contudo, usar muçulmanas para isso, portanto atualmente o leilão entre eles é com prisioneiras cristãs e yazidies, uma minoria religiosa do Curdistão.
Um vídeo encontrado no celular de um miliciano mostra um pouco como funciona a venda de mulheres capturadas pelos fundamentalistas. Outros relatos, como os da organização não governamental Humans Rights Watch, mostram testemunhos de mulheres que serviram como escravas contando que crianças também são compradas e vendidas.
Uma das edições da revista online Dabiq, publicada em inglês pelo EI justifica o uso de mulheres “infiéis” como escravas sexuais. O artigo intitulado de “A recuperação da escravidão antes da hora” afirma que o EI restabeleceu a escravidão em seu califado. Nos leilões, o preço varia. Quanto mais nova, maior o valor pedido.
Segundo o Daily Mail, existe uma espécie de tabela. Os valores são aproximados, considerando o câmbio desta semana.
tabela preco escravas do ei Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como escravas sexuais
Um documento apresentado pelo site IraqiNews mostra que o valor de venda das mulheres e dos despojos de guerra vem tendo uma diminuição significativa. Mas o EI impôs um controle dos preços, ameaçando executar quem viola as diretrizes.
O vídeo que está sendo mostrado na mídia global foi filmado em Mosul, a segunda maior cidade do Iraque, de acordo com a Al Aan TV – que traduziu as falas para o inglês.
“Hoje é dia de mercado de escravas sexuais”, afirma diante da câmara um homem barbudo não identificado, cercado por vários outros combatentes. “Hoje é dia da entrega”, acrescenta. “Com a permissão de Alá, cada um de nós terá a sua parte”, garante.
Em pouco mais de dois minutos, eles riem e fazem piadas sobre as mulheres. Embora nenhuma delas seja mostrada, há menções que muitas têm apenas 15 anos de idade. Quando falam sobre o preço, um deles compara com o valor de uma pistola Glock usada. Outro diz que o negócio só será fechado depois que ele olhar os dentes da prisioneira.
Explica-se ainda que mulheres bonitas e de olhos azuis ou verdes custam mais caro. Um dos combatentes explica que “está escrito”, numa referência ao Alcorão. Outro esclarece que está procurando uma “menina”. Há inclusive um adolescente no vídeo, que parece familiarizado com o processo. No final, eles parecem olhar fotos em um celular, mas sem esclarecer onde elas estão. Ao demonstrar interesse por uma delas, ouve que aquela já morreu. Ele apenas ri.
Segundo dados de especialistas da Universidade de Oklahoma, o número de mulheres capturadas por milicianos do Estado Islâmico pode atingir 7000.
Em pouco menos de um mês, este é o segundo vídeo mostrando como o EI trata as crianças. O primeiro revela como os extremistas muçulmanos “estabeleceram campos de treinamento para recrutar crianças para a luta armada sob o pretexto de educação religiosa”.
Assista:
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Boko Haram declara califado em área da Nigéria


Boko Haram declara califado em área da Nigéria(Boko Haram/AFP)
A cidade de Mubi, no nordeste da Nigéria, foi tomada pelos terroristas do Boko Haram que declararam um califado islâmico no local alegando soberania e içando sua bandeira.
Com 250.000 habitantes, a cidade é a segunda mais povoada de Adamawa e está sob controle dos extremistas muçulmanos desde a semana passada.
Com medo, os moradores fogem do município e relatam para a imprensa local que pelo menos dez pessoas tiveram suas mãos cortadas ao serem declaradas culpadas de diversos delitos.
Os terroristas chegaram a decapitar dois imãs que pregaram contra o grupo. A ação tem espantado os moradores que temem passar por represálias e fogem de suas casas.
O governador do estado de Borno, que também sofre com a ação do Boko Haram, pede ajuda ao governo federal da Nigéria, pois há a possibilidade de todo o estado de Adamawa, Borno e Yobe serem tomados pelos terroristas.
Até o momento mais de 15 cidades já estão sob controle do grupo que assassinaram milhares de pessoas sendo os cristãos as principais vítimas.
O governo tentou um acordo de cessar-fogo contra os insurgentes, mas o grupo não aceitou a trégua e continuou a atacar diversas localidades do país. O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, chegou a gravar e divulgar um vídeo dizendo que as mais de 200 meninas sequestradas em março não serão devolvidas, pois já estão casadas com os terroristas. Com informações de Veja
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Muçulmanos se autoflagelam para “limpar pecados” em festa


Muçulmanos se autoflagelam para “limpar pecados” em festaFoto: Omar Sobhani / Reuters
Nesta terça-feira (4) os muçulmanos xiitas participaram da celebração “Ashura” que relembra a morte de Imam Hussein, neto do profeta Maomé que morreu no ano 680 durante uma batalha.
Nesta festa religiosa, os xiitas mutilam os próprios corpos para recordar a forma dolorosa como Hussein foi morto: decapitado e com o corpo mutilado.
As imagens da festa que acontece no Afeganistão, Índia, Iraque, Líbano e Paquistão são fortíssimas e mostram os xiitas ensanguentados com ferimentos pelo corpo.
O autoflagelo é feito com lanças, facas, espadas e objetos ponteagudos que atingem principalmente a cabeça, costas e pernas. Fazer a pele sangrar é um símbolo de luto para a cultura xiita e também há a crença de que o ritual serve para “limpar os pecados”.
Além dos homens, os meninos também participam da Ashura, e recebem castigos como cortes na testa para serem purificadas. Antes do início do autoflagelo, os religiosos participam de uma procissão vestidos de branco.
A Ashura não é aceita por todos os muçulmanos, os jihadistas do Estado Islâmico, por exemplo, condenam a festividade e chegaram a atacar alguns pontos em Bagdá deixando dezenas de mortos.
Os ataques começaram no domingo quando 23 pessoas morreram, na segunda outro ataque deixou 10 mortos na capital iraquiana e cinco mortos em Nahraw onde outras 11 pessoas ficaram feridas. Uma bomba também foi lançada pelos terroristas no bairro de Amil deixando três mortos e 11 feridos.
Por conta desses ataques medidas de segurança foram adotadas na cidade sagrada de Kerbala, em Bagdá e também em Beirute para que os xiitas pudessem participar da cerimônia religiosa que atraiu centenas de milhares de peregrinos. Com informações Terra.
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