quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Abertas as inscrições para o próximo acampamento Underground
Estão abertas as inscrições para o nosso próximo acampa! Acesse www.underground.org.br/ acampamento para mais informações e fazer sua inscrição!
Perseguição religiosa cresce no Egito
A grande mídia internacional tem relatado acerca da dimensão religiosa dos confrontos recentes no Egito. Em uma notícia publicada nessa segunda-feira, a BBC afirmou: “Com o aumento das tensões no Egito, os cristãos do país estão temendo uma reação ainda mais violenta.”

A BBC divulgou ainda um relatório que dizia que pelo menos sete cristãos foram mortos, segundo a Anistia Internacional, enquanto uma igreja foi incendiada e a bandeira preta, usada por militantes jihadistas, foi levantada sobre os escombros.
Na última quinta-feira (08/08), a agência de notícias Associated Press revelou um amplo olhar sobre o problema, que incluiu a citação feita por um lojista de Assiut: "[Islâmicos] fazem o gesto ameaçador de passar o dedo indicador em suas próprias gargantas sugerindo que irão nos matar ou gritar o nome [do ex-presidente] Mursi em nossos rostos".
"[Forças de segurança] são avisadas sobre ataques contra cristãos, mas nada fazem para combater a discriminação vigente que existe nas políticas e na sociedade aqui", disse Diane Eltahawy da Anistia Internacional.
À época do estopim do conflito, cristãos egípcios afirmaram que Mursi queria instalar uma guerra civil religiosa e que saíram às ruas para exigir seu país de volta. Saiba mais em Vozes da revolução.
A BBC divulgou ainda um relatório que dizia que pelo menos sete cristãos foram mortos, segundo a Anistia Internacional, enquanto uma igreja foi incendiada e a bandeira preta, usada por militantes jihadistas, foi levantada sobre os escombros.
Na última quinta-feira (08/08), a agência de notícias Associated Press revelou um amplo olhar sobre o problema, que incluiu a citação feita por um lojista de Assiut: "[Islâmicos] fazem o gesto ameaçador de passar o dedo indicador em suas próprias gargantas sugerindo que irão nos matar ou gritar o nome [do ex-presidente] Mursi em nossos rostos".
"[Forças de segurança] são avisadas sobre ataques contra cristãos, mas nada fazem para combater a discriminação vigente que existe nas políticas e na sociedade aqui", disse Diane Eltahawy da Anistia Internacional.
À época do estopim do conflito, cristãos egípcios afirmaram que Mursi queria instalar uma guerra civil religiosa e que saíram às ruas para exigir seu país de volta. Saiba mais em Vozes da revolução.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
A violação dos direitos humanos no Afeganistão
Cristãos afegãos que compartilham sobre sua fé enfrentam violência e ameaças de morte. Mesmo assim, na Igreja do Afeganistão há muitos heróis da fé, que permanecem firmes em meio à forte perseguição. Terceira nação listada na Classificação de países por perseguição, lá, os direitos das mulheres são constantemente violadosUm homem matou sua mulher a tiros na província de Kunduz, no norte do Afeganistão, por ela ter ido ao mercado sem sua permissão, informou nesta segunda-feira (12) à agência Efe, uma fonte policial.
O crime aconteceu ontem no distrito de Chahar Dara, segundo o porta-voz da polícia regional, Sarwar Hussaini, que contou que o homicida, chamado Khodaidad, matou a jovem de 24 anos em casa, ao voltar das compras, depois fugiu e encontra-se em paradeiro desconhecido.
Apesar dos avanços sociais que a queda do regime talibã há 12 anos acarretou, os direitos das mulheres no Afeganistão continuam sendo violados.
Apesar dos avanços sociais que a queda do regime talibã há 12 anos acarretou, os direitos das mulheres no Afeganistão continuam sendo violados.
Em maio, o Parlamento afegão não aprovou uma lei contra a violência de gênero após a oposição dos partidos mais conservadores, que consideravam anti-islâmicos, entre outros fatores, os abrigos para vítimas de estupro.
Segundo a Comissão Independente de Direitos Humanos do Afeganistão, entre março e outubro de 2012 foram registrados no país mais de 4 mil casos de violência contra mulheres, 28% a mais que no mesmo período do ano anterior.
Com a retirada das tropas da Otan em 2014, alguns analistas consideram que a situação da mulher afegã tende a piorar. // Fonte da notícia: G1
A perseguição religiosa no AfeganistãoCidadãos do sexo masculino com idade acima de 18 e do sexo feminino acima de 16 anos, de mente sã, que se converteram a outra religião que não o islã, têm até três dias para se retratarem de sua conversão, ou serão sujeitos à morte por apedrejamento, à privação de todos os bens e posses e à anulação de seu casamento. O mesmo acontece quando o indivíduo é acusado do crime de blasfêmia. A conversão de um muçulmano a outra religião é considerada apostasia, sendo punível com a morte em algumas interpretações da lei islâmica no país. Leia mais aqui.
Pedidos de oração
A perseguição religiosa no AfeganistãoCidadãos do sexo masculino com idade acima de 18 e do sexo feminino acima de 16 anos, de mente sã, que se converteram a outra religião que não o islã, têm até três dias para se retratarem de sua conversão, ou serão sujeitos à morte por apedrejamento, à privação de todos os bens e posses e à anulação de seu casamento. O mesmo acontece quando o indivíduo é acusado do crime de blasfêmia. A conversão de um muçulmano a outra religião é considerada apostasia, sendo punível com a morte em algumas interpretações da lei islâmica no país. Leia mais aqui.
Pedidos de oração
- Ore pela segurança de trabalhadores cristãos afegãos e estrangeiros no país.
- A opressão é intensa e constante. Isso faz com que, muitas vezes, a energia e visão de Reino dos cristãos seja abalada. Interceda por esperança, alegria e renovo sobre a vida deles.
- Peça por paz. A segurança é um grande problema no país. Muitos estão vivendo com medo. Ore para que as pessoas neste país devastado pela guerra, finalmente, sejam capazes de viver em tranquilidade e liberdade.
http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/08/2642863/
Cristão é decapitado na Índia por rejeitar a conversão ao hinduísmo
Um homem cristão de 35 anos foi morto na Índia por não aceitar se converter ao hinduísmo. Tapas Bin era casado com Jentuly e tinha um filho de 1 ano de idade.
Jentuly é da região tribal de Tripura Ocidental, seu pai, Gobinda Jamatiya, é hindu e por muitos anos tentou converter o genro a mudar de religião. Bin se recusava a negar o cristianismo e acabou sendo assassinado pelo próprio sogro.
O crime aconteceu com a ajuda de um curandeiro da tribo. Os dois homens planejaram o assassinato e raptaram Tapas Bin que morreu decapitado. Seu corpo foi deixado em um riacho da região.
Gobinda está foragido, mas o curandeiro de 42 anos foi capturado pela polícia local e confessou o crime. No depoimento prestado ele deu detalhes do homicídio dizendo que antes de praticar o ato, ele e o sogro da vítima fizeram uma oração.
A viúva teme por sua própria vida, já que seu pai nunca aceitou o casamento dela com um homem cristão.
http://noticias.gospelprime.com.br/cristao-decapitado-conversao-hinduismo/
Menina paquistanesa acusada de insultar o Islã se refugia no Canadá
De acordo com as instituições International Christian Voice e World Watch Monitor a menina paquistanesa Rimsha e sua família estão morando no Canadá há cerca de um mês.
O governo autorizou a permanência da família no país depois que executivos da Internation Christian Voice (ICV) interferiram no caso indo até o cônsul-geral do Paquistão para pedir a aprovação da mudança da família.
Em agosto de 2012 Rimsha, 10 anos, foi presa e quase condenada à morte sob a acusação de insultar o Islã. A garota que tem problemas mentais morava em Islamabad e foi encontrada por muçulmanos carregando páginas queimadas do Alcorão em uma sacola.
Os fiéis de Maomé se revoltaram contra a jovem e passaram a ameaçar os cristãos que viviam no bairro. A menina foi levada para a prisão permanecendo lá por muitos dias até que a investigação da polícia deu um novo rumo ao caso.
O imã que havia acusado Rimsha foi apontado como o mentor do crime, foi ele quem havia queimado as páginas do livro sagrado e dado para que a garota fosse incriminada e presa, causando uma grande confusão entre cristãos e muçulmanos.
Por conta disso as acusações contra a menina foram retiradas e ela foi libertada, porém sua família continuava sendo ameaçada, o que fez necessário a mudança de país.
O diretor executivo da ICV, Peter Bhatti, tem uma experiência pessoal que o levou a se importar com causas como a de Rimsha, seu irmão mais novo, Shahbaz Bhatti, foi ministro federal do Paquistão para Assuntos das Minorias, mas morreu assassinado por tentar acabar com a lei anti-blasfêmia.
Há mais de 10 anos Peter Bhatti está morando no Canadá e por este motivo teve o desejo de intervir para que a família da jovem também conseguisse se refugiar no país. Bhatti anunciou que Rimsha já está matriculada em uma escola e morando em um apartamento na região e Toronto.
http://noticias.gospelprime.com.br/rimsha-se-refugia-no-canada/
Missionário é condenado a 15 anos de trabalhos forçados por evangelização
Considerado o pais que mais persegue os cristãos no mundo, a Coreia do Norte prendeu o empresário Kenneth Bae, 45, acusando-o de tentar “derrubar o governo” de Pyongyang.
Nascido na Coreia do Norte, ele e sua família se refugiaram nos EUA e obtiveram a cidadania. Bae mantinha uma empresa de turismo e viajava constantemente ao seu país natal para entregar ajuda aos órfãos norte-coreanos.
Evangélico comprometido, ele pretendia ajudar a levar dezenas de missionários da organização missionária JOCUM para o país comunista, onde é proibido pela lei pregar o evangelho.
Membro de em uma igreja presbiteriana coreana em Saint. Louis, em dezembro de 2011 ele deu um testemunho antes de começar as suas viagens. “Sei que Jesus deseja que eu sirva como um “canal” de bênção. A partir deste ano, começarei a levar várias equipes missionárias de curto prazo para a Coreia do Norte”. Ele pedia orações e ofertas para concretizar o seu projeto.
Através de sua empresa, a Nations Tour, ele tinha facilidades para entrar e sair de um dos países mais fechados do mundo. Até que foi preso em maio deste ano, acusado de “atos hostis” contra o regime.
A constituição norte-coreana diz claramente “Ninguém pode usar a religião como um meio para ajudar potências estrangeiras ou destruir o estado ou a ordem social vigente.”
Segundo a organização missionária, a prisão de Bae foi concretizada após ele tirar várias fotos de crianças famintas nas ruas do país.
Esta semana, seus familiares e amigos divulgaram uma carta de Bae, onde ele explica as dificuldades que tem passado na prisão e como sua saúde está debilitada. Sua irmã Terri Chung está organizando uma série de vigílias de oração nos Estados Unidos e pedindo que se pressione o governo Obama para negociar a libertação do missionário.
Como as relações entre Pyongyang e Washington estão travadas por causa do programa nuclear coreano, é bastante improvável que isso ocorra. Uma petição na Internet pedindo que seja garantida uma “anistia especial” para Bae conta com milhares de assinaturas. “Agora é a hora. Precisamos apelar aos nossos líderes legislativos para que ajam e busquem a anistia para Kenneth,” disse Chung.
A Casa Branca não comentou que atitudes deve tomar ou se fará, de fato, algo. O silêncio sobre o assunto é muito parecido com o tratamento dado ao pastor Saeed Abedini, que está preso no Irã por causa de seu trabalho missionário.
Segundo as cartas divulgadas pela família, o missionário relata que sofre com dor nas costas, pontadas no coração, hipertensão, diabetes e sua visão começou a se deteriorar.
A mãe, Myunghee Bae, disse que enviou uma carta com recortes de versículos da Bíblia, mas não sabe se o filho recebeu. Uma das últimas imagens de Bae, divulgadas pelos coreanos para provar que ele continuava vivo, mostravam-no cerca de 20 quilos mais magro desde que foi preso. Com informações Huffington Post e Global Post.
http://noticias.gospelprime.com.br/missionario-condenado-15-anos-trabalhos-forcados/
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Cresce o número de jovens cristãs sequestradas no Egito
A instabilidade política no Egito tem deixado os cristãos em situação difícil no país. Desde a queda do presidente Mohammed Morsi os cristãos tem sido alvo de ataques de grupos do Islã, principalmente meninas cristãs que tem sido raptadas e forçadas a seguir a religião.
Morsi foi deposto após manifestações populares que exigiam a sua renúncia. Desde então, partidários do presidente deposto, ligado à Irmandade Muçulmana, realizam protestos e acampamentos pedindo a restauração do mandato de Morsi, primeiro presidente eleito democraticamente na história egípcia. As autoridades egípcias pediram várias vezes o fim dos acampamentos, pedido que não foi atendido.
Os cristãos têm lutado contra os ataques a igrejas e casas e principalmente para tentar manter suas filhas seguras. Os constantes sequestros de jovens é a principal preocupação dos religiosos. Os sequestros acontecem geralmente quando elas atingem à adolescência e a estratégia dos pais é tentar mandar as meninas para locais de maioria cristã.
No ano passado o governo avaliou que houve um aumento significativo no número de desaparecidos, principalmente meninas adolescentes cristãs. Michele Clark, especialista em tráfico de seres humanos, diz que há mais de 800 casos.
No entanto, muitos líderes islâmicos e funcionários do governo condenam a questão do tráfico de mulheres cristãs. Eles insistem que as conversões e casamentos não são por obrigação, mas ocorre quando jovens de diferentes religiões se apaixonam.
Mediação da crise
A Presidência do Egito anunciou nesta quarta-feira (7) que os esforços internacionais de mediação para encerrar a crise política do país fracassaram e advertiu que a Irmandade Muçulmana é a responsável pelas “possíveis consequências”. Com informações CBN.
http://noticias.gospelprime.com.br/cresce-o-numero-de-jovens-cristas-sequestradas-no-egito/
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