quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Cresce o número de jovens cristãs sequestradas no Egito


Cresce o número de jovens cristãs sequestradas no EgitoCresce o número de jovens cristãs sequestradas no Egito
A instabilidade política no Egito tem deixado os cristãos em situação difícil no país. Desde a queda do presidente Mohammed Morsi os cristãos tem sido alvo de ataques de grupos do Islã, principalmente meninas cristãs que tem sido raptadas e forçadas a seguir a religião.
Morsi foi deposto após manifestações populares que exigiam a sua renúncia. Desde então, partidários do presidente deposto, ligado à Irmandade Muçulmana, realizam protestos e acampamentos pedindo a restauração do mandato de Morsi, primeiro presidente eleito democraticamente na história egípcia. As autoridades egípcias pediram várias vezes o fim dos acampamentos, pedido que não foi atendido.
Os cristãos têm lutado contra os ataques a igrejas e casas e principalmente para tentar manter suas filhas seguras. Os constantes sequestros de jovens é a principal preocupação dos religiosos. Os sequestros acontecem geralmente quando elas atingem à adolescência e a estratégia dos pais é tentar mandar as meninas para locais de maioria cristã.
No ano passado o governo avaliou que houve um aumento significativo no número de desaparecidos, principalmente meninas adolescentes cristãs. Michele Clark, especialista em tráfico de seres humanos, diz que há mais de 800 casos.
No entanto, muitos líderes islâmicos e funcionários do governo condenam a questão do tráfico de mulheres cristãs. Eles insistem que as conversões e casamentos não são por obrigação, mas ocorre quando jovens de diferentes religiões se apaixonam.

Mediação da crise

A Presidência do Egito anunciou nesta quarta-feira (7) que os esforços internacionais de mediação para encerrar a crise política do país fracassaram e advertiu que a Irmandade Muçulmana é a responsável pelas “possíveis consequências”. Com informações CBN.
http://noticias.gospelprime.com.br/cresce-o-numero-de-jovens-cristas-sequestradas-no-egito/

Tarde de Oração do ministério Mulheres do Caminho

Está acontecendo, nesse exato momento, na sede da Portas Abertas Brasil, a Tarde de Oração do ministério Mulheres do Caminho. A programação de hoje é super especial: uma missionária brasileira que morou muitos anos no Irã contará a sua experiência de evangelizar muçulmanos na 8ª nação onde a perseguição aos cristãos é extremamente severa. Saiba mais: http://migre.me/fGN5K


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Grande perda para a Igreja chinesa: pastor Samuel Lam faleceu


Ele experimentou a opressão comunista e passou mais de 20 anos na prisão. Também vivenciou a resposta de Deus para o seu ministério: um crescimento exponencial da igreja chinesa. Lam tornou-se um exemplo para milhões de cristãos dentro e fora da China; era conhecido por sua atuação na Igreja subterrânea. Ele faleceu sábado (03/08)

Todos os domingos, após o culto, ele convidava visitantes estrangeiros à sua sala e, sem dar muita atenção às perguntas que ouvia, começava a contar-lhes sua história de vida, a qual ele resumia como um "princípio sagrado".

Samuel Lam (ou: Lin Xingian, em chinês) nasceu em uma área montanhosa, com vista para Macau. Cresceu sob os ensinamentos cristãos; seu pai pastoreava uma pequena Igreja Batista. Lam foi preso durante umas das primeiras ondas de perseguição religiosa na China de Mao Tsé Tung e permaneceu detido de 1955 a 1957. Autoridades chinesas sentenciaram sua segunda prisão em 1958. Ele passou 20 anos em campos de trabalho forçado, onde serviu, principalmente, em minas de carvão. Apesar das punições, Lam continuou ensinando sobre a Palavra de Deus.

A principal razão pela qual Lam foi alvo de hostilidades do governo foi a sua recusa em unir a igreja ilegal, que comandava, ao Movimento Patriótico das Três Autonomias ligado à Igreja Protestante liderada pelo Estado. O governo usou esse movimento para proibir líderes cristãos de pregar sobre a segunda vinda de Cristo e barrar o ensino de valores bíblicos aos menores de 18 anos. A China fez a Igreja evoluir em torno do nome do Estado, não de Deus.
Em 1979, Lam reiniciou sua igreja doméstica em 35 Da Ma Zhan, localizado em Guangzhou. A congregação cresceu rapidamente, por isso, ele moveu a igreja para um prédio maior, na mesma cidade. Hoje em dia, a igreja doméstica urbana fundada por Lam ainda não é registrada, mas é tolerada pelas autoridades. A igreja tem cerca de quatro mil participantes a cada semana. Os cultos são celebrados em quatro horários distintos.

A teologia de Lam desafiou o governo, os participantes de sua igreja, bem como outros cristãos dentro e fora da China. Ele ensinou que os cristãos devem obedecer ao governo, a menos que os líderes se posicionem diretamente opostos a Deus através da aplicação da lei. "As leis de Deus são mais importantes que as leis dos homens", ele costumava dizer.

O sofrimento desempenhou um papel de extrema importância em muitos sermões do pastor Lam. Ele é famoso por repetir: "Quanto maior a perseguição, maior o crescimento". Essa frase não tinha apenas a ver com o número de cristãos, mas também com o crescimento espiritual da Igreja. "Eu posso entender as vitórias e as derrotas que acumulamos em determinado trabalho. Deus me ensinou que resmungando não resolverei nada. Não falando contra Deus ou contra aqueles que me perseguiram. Minha querida esposa morreu enquanto eu estava na prisão. Eu não tinha permissão para participar de seu funeral. Foi como uma flecha do Todo-Poderoso, até que eu entendi: Deus permite a dor, a perda, a tortura, mas devemos crescer através de tudo isso", disse Lam certa vez.

O pastor sempre foi cauteloso sobre o governo. Mesmo sendo ilegal, sua congregação não foi invadida nos últimos anos. Ele sempre alertou: " Devemos estar preparados para sofrer. Devemos estar preparados para o fato de que podemos ser presos. Antes de ser enviado para a prisão, eu já havia preparado uma mala com algumas roupas, sapatos e uma escova de dentes. Quando eu tivesse que ir para a delegacia de polícia, eu poderia simplesmente pegá-la e sair. Eu estava pronto. As pessoas ainda estão sendo presas. Você não sabe o que vai acontecer amanhã. Hoje, as autoridades não estão nos incomodando. Mas amanhã as coisas podem ser diferentes. Oro para que recebamos força para nos mantermos firmes até o final." (Leia "Devemos estar preparados para sofrer")

Nas décadas de 1980, 1990 e início dos anos 2000, Lam provou ser um parceiro confiável para a Portas Abertas. Através de seus contatos na China, mais de 200 mil exemplares de literatura cristã foram entregues aos cristãos chineses.

A morte de Samuel Lam deixa um espaço vago na Igreja chinesa. Juntamente com outros heróis da fé, como Wang Mindao e Allen Yuan, ele simbolizava a fé corajosa de uma Igreja que cresceu a uma velocidade sem precedentes na história mundial. Com certeza, muito tempo depois de sua morte continuará sendo dito em muitas igrejas que a perseguição só tem um resultado: crescimento.

FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag
http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/08/2634732/

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Uma história sobre a perseguição religiosa na Mauritânia


Há algumas nações na Classificação de países por perseguição  das quais não se pode compartilhar histórias. Mesmo se forem usados nomes diferentes, a população cristã é tão pequena que o depoimento poderia ser facilmente rastreado até se chegar ao autor. É o caso da Mauritânia. Por isso, preste muita atenção nos tópicos a seguir


Diante da dificuldade em se obter informações, a Portas Abertas listou dez pontos para que você saiba como é a vida dos cristãos na Mauritânia:

• A Mauritânia tem estado sob regime militar há mais de 30 anos, com apenas uma curta interrupção democrática em 2007. As promessas de trazer a democracia de volta ao país resultaram somente em fraudes nas eleições.

• É um dos países mais pobres do mundo. Um terço das crianças estão desnutridas e, quando há comida suficiente, muitas vezes é cara demais para os pobres comprarem.

• Durante o inverno de 2010/2011, vários artigos na imprensa local retrataram as atividades de estrangeiros na Mauritânia, incluindo os nomes e as organizações consideradas mais "culpadas" de cristianização. No início de julho de 2011, alguns imãs (líderes muçulmanos) proeminentes publicaram um pedido ao parlamento para “proteger” o povo da Mauritânia de ouvir o Evangelho.

•  A principal dinâmica de perseguição na Mauritânia é o "extremismo islâmico", que tornou-se mais visível e demonstra uma crescente influência do salafismo.

• Os primeiros moradores a se converter a Cristo foram observados na década de 1990. Na Mauritânia, os cristãos são poucos (estimando-se cerca de 150 a 700 irmãos).

• Muitos cristãos não conhecem os Dez Mandamentos e sua ética é influenciada pelo ambiente muçulmano. Parece que a falta de conhecimento bíblico cria problemas éticos. Outro grande obstáculo para a Igreja é  a sua falta de recursos. Há ainda o analfabetismo como agravante.

• A Igreja está dividida em vários grupos. Alguns deles estão ligados em rede, mas muitos cristãos estão isolados em suas aldeias. Os líderes cristãos na Mauritânia notam um interesse pelas publicações sobre a fé e a Bíblia. Os testemunhos dos crentes presos e torturados em 2009 têm incentivado os cristãos locais a compartilhar mais sobre Jesus, no país.

•  A pressão no ambiente muçulmano sobre os cristãos (por parte de familiares, membros da tribo e líderes de mesquitas locais) é muito elevada. Há um pouco de liberdade para as igrejas de expatriados, mas mesmo para os expatriados residentes no país é complicado. Além disso, continua completamente impossível aos cristãos do país registrarem suas igrejas, por isso eles têm de se reunir em segredo.

• Existem muitas barreiras por conta do fraco índice de alfabetização: existem traduções da Bíblia em árabe hassania ainda incompletas; poucos programas de rádio são produzidos no Senegal; há leis que proíbem os mauritanos de ouvir o Evangelho ou acreditar em Jesus.

•  A Al-Qaeda está monitorando a atividade cristã na região do Magrebe.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/08/2632809/

Novo presidente do Irã diz que Israel é “chaga que deve ser removida”

Hassam Rowhani, presidente recém eleito do Irã, disse em discurso que Israel é uma “chaga que deve ser removida”. Rowhani tomará posse no próximo domingo (4) mas já demonstra que a política iraniana com relação ao Estado judaico não mudará.
“O regime sionista é uma chaga que se estabeleceu no corpo do mundo muçulmano por anos e deve ser removida”, disse Rouhani.
Ele substitui Mahmoud Ahmadinejad que, discursando no mesmo evento, afirmou existir “uma tempestade no Oriente Médio” para eliminar Israel que, para ele, não tem lugar na região. Ahmadinejad marcou seu mandato pelas declarações polêmicas, como a negação do Holocausto.
Rowhani mostrou pessimismo em relação às negociações de paz entre os israelenses e os palestinos. “Israel continua com sua natureza agressiva e as negociações são uma boa oportunidade para projetar uma aparência pacífica”, afirmou.
O canal estatal Press TV acusou as agências de notícias iranianas de distorcerem a frase de Rowhani e que ele teria dito:
“Existe uma ferida há muitos anos no corpo do mundo islâmico sob ocupação da terra sagrada da Palestina e de nossa amada Al Quds [Jerusalém para os islâmicos]“.
Nesta sexta, a televisão estatal iraniana mostrou centenas de milhares de pessoas desfilando em cidades de todo o país cantando “Morte a Israel” e “Morte à América”. A manifestação faz parte do dia de Al Quds, data celebrada no Irã desde 1979, ano da Revolução Islâmica.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel criticou as palavras do novo líder iraniano.
“Ainda que os iranianos neguem depois destes comentários, isto é o que ele pensa e reflete os planos do regime”.
“O presidente mudou, mas os objetivos do regime continuam os mesmos: conseguir armas nucleares para ameaçar Israel, o Oriente Médio e a paz mundial. Não devemos permitir que um Estado que ameaça Israel tenha armas de destruição em massa”, disse Netanyahu.

http://noticias.gospelprime.com.br/hassam-rowhani-ira-israel-chaga-removida/

Homem é executado por não renunciar sua fé

Este homem foi morto no Irã por servir a Jesus Cristo. O tribunal iraniano executou este homem devido a ele ter recusado renunciar ao cristianismo. Ele enfrentou sua morte com um sorriso.

Verdadeiramente um herói que não negou a sua fé.

Religião pode desaparecer até 2041, indica estudo

O autor e pesquisador Nigel Barber concluiu um novo estudo que mostra que o ateísmo continua crescendo nos países mais ricos. Segundo suas projeções, a religião vai desaparecer completamente do planeta até o ano de 2041.
O material e sua análise foram publicados no seu novo livro “Why Atheism Will Replace Religion” [Por que o ateísmo vai substituir a religião], que chega às lojas em agosto. O autor se dedica a estudar as tendências religiosas em 137 países e comprovaria que “os ateus estão fortemente concentrados nos países economicamente desenvolvidos”.
“Em meu novo estudo comprovo que o ateísmo aumenta em países com um estado que ofereça mais bem-estar aos cidadãos. Além disso, países com uma distribuição da renda mais igualitária têm mais ateus. Meu estudo diferencia de pesquisas anteriores, levando em conta se um país é de maioria muçulmana (onde o ateísmo é criminalizado) ou ex-comunista (onde a religião foi suprimida)”, explica Barber.
A tese principal do livro afirma que o fenômeno da religião declina quando existe o aumento da riqueza pessoal. Entre suas conclusões, afirma que a maioria da população mundial chegará a ver a religião como algo completamente irrelevante daqui a menos de 30 anos.
Por sua vez, o cientista político Eric Kaufmann defende um ponto de vista oposto, citando o fato de que os ateus têm menos filhos do que as pessoas religiosas. Ele acha que isso pode indicar que a tradição religiosa continuará existindo simplesmente por uma questão de reprodução.
Outro dado que Barber não leva em consideração é outra pesquisa recente: “Cristandade em seu contexto global”, 1970-2010, a qual mostra que apesar da diminuição da religiosidade na Europa, houve um crescimento significativo de cristãos na África e na Ásia e na América Latina a quantidade de cristãos se manteve estável.
Mesmo assim, é inegável o crescimento rápido do ateísmo ou dos “sem religião”. Nos Estados Unidos, que já foi a “maior nação cristã do mundo”, o número de americanos ateus ou “sem religião” mais do que dobrou entre 1990 e 2008. Cerca de 25% dos americanos com idades entre 18 e 29 dizem não ter religião. No Reino Unido, um extenso estudo de 2010 mostrou que indivíduos sem religião já são o terceiro maior grupo, atrás de cristãos e muçulmanos, mas já mais numerosos que hindus, budistas e judeus. No Brasil, o índice é de 5%, com um aumento de apenas 0,6% nos últimos dez anos. Com informações de Guardian Express.

por Jarbas Aragão
http://noticias.gospelprime.com.br/religiao-desaparecer-2041-estudo/