quarta-feira, 5 de março de 2014

Como é a vida dos cristãos nos países mais opressores ao Evangelho

Imagine caminhar para o estudo da Bíblia, sempre olhando por cima do seu ombro para garantir que não está sendo seguido. Imagine-se nos preparativos para ir à igreja, sabendo que cerca de 300 igrejas foram atacadas no seu país recentemente
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Imagine saber que não só você, mas seus pais, seus filhos e seus netos foram condenados a viver em um campo de prisioneiros, porque a sua fé em Jesus foi descoberta.

Estes pensamentos nunca passam por nossas mentes quando pensamos em nossa vida como cristãos no Brasil; não temos medo de termos a nossa fé revelada e corrermos o risco de sofrermos graves consequências por causa disso. Mas esta é a realidade de muitos cristãos ao redor do mundo.

Você sabe qual é a sensação de se viver nos piores lugares do mundo, como cristão? Para descobrir, dê uma olhada nos dez primeiros países da Classificação da Perseguição Religiosa 2014:

1. Coreia do NortePelo 12º ano consecutivo, de todos os países do mundo, a Coreia do Norte é o lugar onde a perseguição cristã é mais extrema. A adoração obrigatória ao presidente Kim Jong-Un e seus antecessores não deixa espaço para qualquer outra religião. Forçados a cultuar ao verdadeiro Deus somente em segredo, os cristãos não se atrevem a compartilhar sua fé, nem mesmo com suas famílias. Qualquer um que for descoberto em atividade religiosa secreta está sujeito à prisão, tortura e até mesmo execução pública.

2. Somália
Líderes islâmicos e funcionários do governo afirmam publicamente que não há lugar para os cristãos na Somália. O grupo extremista islâmico Al-Shabaab tem como alvo os cristãos; relatos oficiais dos últimos anos indicam que pelo menos 10 fiéis foram mortos pelo grupo. Os cristãos muitas vezes escondem sua fé uns dos outros por medo de traição.

3. SíriaÀ medida que o conflito civil na Síria se agrava, a violência dirigida contra os cristãos também tem aumentado significativamente. Muitos cristãos têm sido sequestrados, fisicamente agredidos ou mortos, e muitas igrejas têm sido danificadas e destruídas. Em outubro do ano passado, extremistas islâmicos invadiram o antigo povoado cristão de Sadad, matando pelo menos 45 pessoas e ferindo outras mais.

4. Iraque
Grupos terroristas islâmicos têm aumentado em número com o objetivo de livrar o país dos cristãos. De acordo com uma fonte local, a cada dois ou três dias um cristão é morto, sequestrado ou abusado.

5. Afeganistão
O país continua instável, e os grupos extremistas islâmicos continuam a ganhar poder. O cristianismo é considerado uma religião "ocidental" e aqueles que deixam o Islã enfrentam pressões da família, da sociedade e das autoridades locais. Um político afegão recentemente anunciou sua pretensão de executar todos os convertidos ao cristianismo. Não há igrejas públicas.

6. Arábia SauditaA prática aberta de qualquer outra religião que não seja o Islã é proibida e a conversão para outra religião é punível com morte. Em 2013, diversas reuniões de oração de migrantes cristãos foram invadidas pela polícia, e muitos fiéis foram detidos e deportados. Apesar disso, um número crescente de muçulmanos tem vindo a Cristo.

7. MaldivasSer um cidadão maldivo significa ser muçulmano. Assim, oficialmente não existem cristãos nas Maldivas, somente cristãos expatriados. A lei proíbe a conversão para outras religiões, e aqueles que o fazem perdem sua cidadania. Não há igrejas e os poucos cristãos que existem têm de esconder a sua fé.

8. Paquistão
As famosas leis de blasfêmia do Paquistão continuam a ter consequências devastadoras para os cristãos. Mulheres e meninas são particularmente vulneráveis, e agressões sexuais contra menores de idade cristãs continuam a ser relatadas.

9. IrãDesde o alerta de Ali Khamenei, em 2010, da influência crescente e do número das igrejas domésticas no Irã, o tratamento aos cristãos piorou de maneira rápida e significativa. Por meio de serviços de monitoramento, o regime tenta destruir aqueles que evangelizam, prendendo convertidos, banindo cultos na língua local, farsi, e fechando algumas igrejas. Mesmo assim, o Evangelho continua a se espalhar.

10. IêmenNo Iêmen há certa liberdade religiosa para os estrangeiros, mas o evangelismo é proibido e os iemenitas que deixam o Islã podem enfrentar a pena de morte. Os cristãos de origem muçulmana estão sob vigilância constante de extremistas e são forçados a se encontrarem em segredo.

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FontePortas Abertas EUA
TraduçãoAna Luíza Vastag
http://www.portasabertas.org.br/noticias/2014/03/3034122/

segunda-feira, 3 de março de 2014

Grupo extremista impõe regras aos cristãos na Síria


Grupo extremista impõe regras aos cristãos na SíriaGrupo extremista impõe regras aos cristãos na Síria
Um grupo de muçulmanos jihadistas da Síria está exigindo uma série de condições aos cristãos de Raqqa para não matá-los. Essas exigências se referem a pagamento de valores em ouro e a restrições sobre a fé.
A BBC informou que o grupo Estado Islâmico do Iraque do Levante (ISIS, sigla em inglês) divulgou um comunicado online confirmando a informação e dizendo que os cristãos que aceitarem o acordo serão protegidos e os que não aceitarem serão mortos.
A ideia do ISIS é implementar uma interpretação extrema da da islâmica nas áreas que controla e a cidade de Raqqa é uma delas. Dentro da crise interna da Síria, Raqqa foi a primeira capital da província a ser tomada pelos rebeldes.
As restrições impostas pelos extremistas impedem reformas em igrejas, exibição de cruzes ou quaisquer símbolos cristãos do lado de fora do templo, orar em público e tocar sinos.
Além disso, os cristãos não devem portar armas e devem seguir todas as regras impostas pelo grupo em suas vidas diárias.
O comunicado oferece três opções para os cristãos da cidade: 1) que poderiam se converter ao islamismo, 2) aceitar as condições do ISIS, ou 3) rejeitar as condições e o controle imposto e correrem o risco de serem mortos.
O site do ministério Portas Abertas pede para que os cristãos brasileiros orem por esta situação na Síria, para que membros desse grupo extremista possam conhecer a verdade do Evangelho e para que os cristãos sejam protegidos.
http://noticias.gospelprime.com.br/grupo-extremista-regras-cristaos-siria/

sábado, 1 de março de 2014

O país mais fechado do mundo

Ser cristão na Coreia do Norte significa ser proibido de professar sua fé abertamente. Os cristãos são presos, torturados e mortos. No entanto, a Igreja está crescendo: há cerca de 400 mil cristãos no país.
Pelo 12º ano consecutivo, este é o local onde a perseguição cristã é mais extrema. A adoração ao líder Kim Jong-Un e seus antecessores não deixa espaço para nenhuma outra religião. Os cristãos enfrentam uma pressão intensa. Forçados a viver secretamente, eles não ousam compartilhar sobre a sua fé nem mesmo com suas famílias, por medo de serem presos e enviados a campos de trabalho forçado. Qualquer pessoa descoberta em atividade religiosa está sujeita à detenção, desaparecimento, tortura e até mesmo execução pública. Entre 50.000 e 70.000 cristãos estão em prisões ou em campos de trabalho forçado.
A Portas Abertas ajuda cristãos norte-coreanos com comida, remédios, Bíblias, livros, transmissões de rádio e treinamento bíblico. Também apoiamos refugiados cristãos e colaboradores que ministram entre norte-coreanos. A Igreja na Coreia do Norte cresce rapidamente entre os refugiados.
http://www.underground.org.br/fanzine/coreia-do-norte/o-pais-mais-fechado-do-mundo

Uma voz de encorajamento para outros

Programa de bolsas de estudo da Portas Abertas prepara casal de ex-muçulmanos para o ministério. Em Bangladesh, embora o governo tenha apoiado publicamente a liberdade de religião, os ataques a minorias religiosas e étnicas continuam a ser um problema
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O casal Biplob e Merry trabalha em um ministério de mídia cristã em Bangladesh. Eles participam de um programa de rádio que responde a perguntas sobre o cristianismo. Os ouvintes são tanto cristãos quanto não cristãos. Biplob e Merry devem muito de seu conhecimento bíblico ao Seminário Teológico Presbiteriano Graça (STPG, sigla em inglês), onde estudaram por um ano, apoiados pela Portas Abertas.

“Sou cristão desde 2007, batizei-me em 2009, mas nunca tive a oportunidade de crescer espiritualmente”, diz Biplob, de 39 anos, que vive na capital Daca. “Agradeço a Deus por ele ter permitido que eu estudasse no SPTG, onde ganhei não apenas conhecimento bíblico, mas também maturidade na fé. Meu desejo de servir ao Senhor tornou-se mais forte”.

O SPTG se concentra em treinar e equipar cristãos ex-muçulmanos como Biplob e Merry. A Portas Abertas tem concedido bolsas de estudo a seus estudantes desde 2011 e, até agora, 31 ex-muçulmanos receberam treinamento teológico.

“O tempo que passei no SPTG me mudou muito”, acrescenta a esposa de Biplob, Merry, de 27 anos. “Descobri meu valor em Isa (Jesus). Nunca pensei que pudesse trabalhar no ministério junto a meu esposo. Se não tivesse sido pelo treinamento recebido no SPTG, não teríamos confiança para realizar a obra que fazemos hoje aqui (no programa de rádio)”.

O programa de rádio de Biplob e Merry vai ao ar duas vezes ao dia. Após um curto ensino da Palavra, os ouvintes são convidados a fazer perguntas sobre o assunto, às quais o casal responde.

“As pessoas querem conhecer Jesus”, diz Merry à Portas Abertas. “As perguntas que elas fazem são as mesmas que eu fazia há um ano, quando era aluna. É por isso que sou grata pela oportunidade de ter estudado”.

“Nosso trabalho requer que tenhamos uma profunda compreensão da Palavra de Deus”, explica Biplob. “É ai aonde nosso treinamento teológico no STPG vem a calhar. Nós oramos para que o Senhor sustente a escola bíblica, para que muitos outros ex-muçulmanos tenham a mesma oportunidade de estudar a Palavra de Deus e ministrar às pessoas em Bangladesh”.

No caminho da fé
Biplob e Merry nasceram e foram criados em famílias muçulmanas no mesmo vilarejo. Os pais de Biplob são mais progressistas e mente aberta, enquanto que os de Merry são muçulmanos fundamentalistas.

“Meus pais arrumaram meu casamento com Biplob”, compartilha Merry. “Durante nosso primeiro ano de casados, observei meu esposo lendo a Kitab Al Muqaddas(Bíblia Sagrada). Sentia-me muito desconfortável a respeito disso. Quando ele me disse sobre Jesus, não acreditei nele. Brigamos sobre isso muitas vezes e meu esposo apenas orava por mim”.

Enquanto observava seu marido naqueles dias, o coração de Merry começou a amolecer. Embora ainda não fosse cristã, ela se tornou mais aberta para a fé de Biplob ao ponto de se dispor a juntar-se a ele em seus planos de estudar em um seminário. A caminho do STPG, Merry recorda de uma crise que solidificou sua fé em Cristo:

“Estávamos em um ônibus que ia para o seminário”, narra Merry. “Era uma longa jornada para o nosso filho de quatro anos e ele começou a vomitar muito. Biplob e eu ficamos tão preocupados que pensamos que teríamos de regressar para o vilarejo. Meu esposo me disse para orar em nome de Isa. Eu o fiz e, após alguns minutos, meu filho se acalmou e caiu no sono!”

“Assim, chegamos bem ao STPG”, continua ela. “Fui batizada lá. Desde então, quis saber mais sobre a Bíblia e sobre Isa. Sinto prazer na Palavra de Deus. Meu treinamento de um ano no seminário aprofundou meu relacionamento com Isa”.

Fome da Palavra de DeusUm amigo cristão encorajou Biplob a se matricular no STPG. Os  cristãos ex-muçulmanos de Bangladesh são poucos e dispersos, e há poucas perspectivas para eles receberem discipulado e treinamento na Palavra de Deus e no ministério.

“Em 2007, conheci um cristão que, assim como eu, já foi muçulmano”, diz Biplob. “Naquela época, eu ainda era devoto do Islã e tinha uma pequena loja na qual vendia peças de telefones celulares. Aquele homem sempre vinha à loja e nos tornamos amigos. Ele compartilhou comigo como conheceu e se converteu a Cristo. Desde então, eu ia com ele em seu trabalho ministerial e aprendi alguns versículos das Escrituras. João 1, em especial, chamou minha atenção e, não muito depois disso, tornei-me cristão”.

“Agora, através do ministério de rádio, estou me conectando com as pessoas que também querem saber mais sobre Isa”, continua ele. “Oro para que Deus abra as portas algum dia para que nós possamos conhecê-las. Quero ouvi-las e servi-las face a face”.

Através das orações e contribuições dos parceiros da Portas Abertas, 13 ex-muçulmanos em Bangladesh completaram com sucesso seu treinamento teológico de um ano. Em 2014, a Portas Abertas irá prover bolsas de estudo para mais 12 cristãos ex-muçulmanos estudarem no STPG.

Pedidos de oração
• Ore para que Biplob e Merry continuem fiéis a seu ministério e para que cresçam espiritualmente.
• Interceda pelo filho único de Biplob e Merry, Aslan, para que seja um excelente aluno e cresça no conhecimento bíblico.
• Peça ao Senhor para que o relacionamento de Merry com seus pais e parentes, interrompido devido à sua conversão, seja restaurado.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoGetúlio A. Cidade
http://www.portasabertas.org.br/noticias/2014/03/3032184/

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Cresce o número de muçulmanos no Brasil


Cresce o número de muçulmanos no BrasilCresce o número de muçulmanos no Brasil
Uma reportagem da revista “Isto É” mostra o crescimento do islamismo no Brasil. Enquanto dados oficiais mostram 35.167 muçulmanos, líderes, instituições islâmicas e estudiosos da religião falam em 1,5 milhão de fiéis.
O crescimento é visto também na quantidade de sheiks que falam português. Em 2004 eram 5, hoje são 15. O número de sheiks nascidos no Brasil também aumentou, de 3 para 7 nos últimos dez anos.
Crescendo o número de fiéis e de líderes, o aumento de mesquitas se torna necessário, hoje são 115 delas espalhadas pelo Brasil, em 2005 eram 70.
A professora de antropologia do departamento de psicologia social da Universidade de São Paulo (USP), Francirosy Ferreira, acredita que o aumento se dá pela divulgação da religião em língua portuguesa. “Há mais líderes falando e ensinando o islã em português. Isso ajuda no entendimento e divulgação da religião”, disse ela.
A língua tem sido o fator principal para a reversão de brasileiros sem origem muçulmana. No islã todos nascem muçulmanos por isso quando se falam de novos adeptos eles não usam a palavra “conversão”, mas sim “reversão”.
Na mesquita em São Bernardo do Campo (SP), onde está uma das maiores comunidades islâmicas do país, o sheik Jihad, 48 anos, fala português fluentemente.
Antigamente, explica ele, os líderes religiosos não eram encorajados a se dedicarem ao idioma, pois o desejo era retornar para sua terra natal. Mas hoje esse pensamento tem mudado e eles já pensam em se estabelecer por aqui.
Além da língua, a facilidade para se tornar um muçulmano também tem colaborado para o crescimento deles no Brasil. A reversão acontece quando a pessoa diz por três vezes a frase “Não há Deus senão Deus e o Profeta Muhammad é seu mensageiro” diante de um interlocutor.
Resumidamente, depois dessa etapa de confissão a pessoa passa a praticar as cinco orações diárias, fazer caridade aos mais necessitados, participar do jejum durante o mês do Ramadã e se tiver condições financeiras, faz a peregrinação à cidade saudita de Meca.
Esse procedimento é tão simples que o sheik Jihad afirma que há muitos que se convertem pelo telefone e até mesmo pelo WhatsApp.
http://noticias.gospelprime.com.br/cresce-numero-muculmanos-brasil/

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Muçulmanos fazem ritual macabro com sangue de cristãos decapitados

Irmã Hatune Dogan, uma freira da Igreja Ortodoxa Síria, está fazendo uma série de denúncias assustadoras. Depois de ser divulgado que alguns cristãos estavam sendo decapitados e outros crucificados, agora o nível da barbárie parece sem precedentes.
Durante uma entrevista que teve ampla repercussão, a irmã Dogan afirma que radicais islâmicos estão vendendo frascos com o sangue dos cristãos que eles decapitaram.  Segundo ela, esse sangue é usado em um ritual considerado santo pelos muçulmanos, que ao mesmo tempo expia pecados e dá acesso ao céu.
Os cristãos são decapitados em cerimônias em que são forçados a se ajoelhar, com as mãos e pés atados. Os radicais muçulmanos leem uma sentença de morte imposta por que a vítima se recusou a renunciar ao cristianismo e adotar o Islã. Após a cabeça da vítima ser cortada, o sangue é drenado em bacias e depois engarrafado.
A freira explica que a venda do sangue cristão “é um grande negócio” e “com esse dinheiro, os terroristas muçulmanos pode comprar mais armas”.
Desde o início da guerra civil na Síria que Dogan e outros líderes religiosos vem postando vídeos na internet para denunciar os massacres de cristãos. Ela explica que já recebeu 18 ameaças de morte em sete línguas diferentes, mas que vai continuar denunciando os massacres.
Walid Shoebat, um cristão árabe que foi membro do grupo extremista OLP, antes de se converter, afirma que as denúncias de Hatune são dignas de credibilidade. Ele escreveu em seu blog que “A disposição de Hatune para ajudar os perseguidos é tão grande que ultrapassa o que os demais estão fazendo hoje no Oriente Médio”. Shoebat escreveu ainda que ele mesmo já chamara atenção para isso quando publicou um vídeo de muçulmanos jogando futebol com as cabeças dos cristãos que eles mataram. (Imagens assustadoras: Se quiser assistir clique aqui).
Nascida na Turquia e formada em teologia na Alemanha, a irmã Hatune Dogan já visitou 38 países e trabalhou no Ministério da Caridade e Serviço Social, na Turquia, na África, na Índia e no Oriente Médio.
Michael Maloof, um ex-analista de política de segurança do Departamento de Defesa dos EUA, afirma que Hatune é hoje um alvo preferencial da al Qaeda e de sua afiliada na Spiria, a Jabhat al-Nusra. Com informações WND.
http://noticias.gospelprime.com.br/muculmanos-ritual-sangue-cristaos-decapitados/

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Perseguição aos cristãos aumenta na Nigéria

2014 começou de forma excepcionalmente violenta no norte e nordeste da Nigéria, o que levou organizações cristãs a renovarem seus apelos para uma melhor segurança do governo. Radicais invadiram uma igreja durante o culto, bloquearam a porta principal, detonaram bombas caseiras e abriram fogo contra os presentes
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O Boko Haram, grupo militante que quer instaurar a sharia (lei islâmica) em todo a Nigéria – país mais populoso da África –, tem travado vários ataques contra os cristãos, especificamente:

26 de janeiro; Aldeia WagaChakawa, estado de Adamawa:  Radicais invadiram uma igreja durante a celebração do culto, bloquearam a porta principal, detonaram bombas caseiras e abriram fogo. Algumas vítimas tiveram suas gargantas cortadas.

"Meu irmão foi morto como um carneiro," disse Moisés Yohanna à agência de notícias Associated Press.

"Os invasores trancaram a igreja, dispararam contra aqueles que tentaram fugir, e cortaram as gargantas dos demais", disse o líder cristãos Stephen DamiMamza à BBC. "Eles detonaram bombas, e nas quatro horas seguintes incendiaram casas e fizeram reféns."

As notícias divergem sobre o número exato de pessoas mortas, mas alguns relatam que o número de mortos chegou a 53.

31 de janeiro; Aldeia SabonGariYamdula,estado de Adamawa: Militantes invadiram uma reunião de oração à noite, em EkklesiyarYan'uwa, e começaram a atirar. O pastor e dez membros da congregação foram mortos. Os radicais tentaram queimar a aldeia, mas foram expulsos pelos moradores armados, incluindo os jovens.

31 de janeiro; Aldeia Manchok, estado de Kaduna: Uma família cristã de sete pessoas foi morta por radicais. Testemunhas descreveram para a mídia que se tratava de pastores Fulani. Fulani é um grupo étnico do Oeste Africano, de maioria muçulmana, que tem uma história de injustiças no que diz respeito aos cristãos e outros indígenas da Nigéria.

Ao todo, 367 pessoas foram mortas pelas mãos de membros do Boko Haram em 22 incidentes separados, durante as primeiras seis semanas de 2014, de acordo com o Fórum de Anciãos Cristãos dos Estados do Norte.

"Não se passou uma semana neste ano, em que os nossos irmãos do norte da Nigéria não fossem ameaçados, espancados e assassinados", disse um comunicado do fórum, assinado pelo seu presidente, Olaiya Phillips, e o secretário nacional, Emmanuel DanjumaSubilim.

"Eles foram mortos por causa de quem eles são e pelo que eles acreditam", dizia a declaração. "Eles foram assassinados porque estavam determinados a adorarem a Deus. Quase diariamente somos chocados e horrorizados ao sabermos de mais um ato de violência perpetrada contra membros inocentes da nossa comunidade, bem como nossos vizinhos muçulmanos."

O fórum pediu aos governos federais e estaduais da Nigéria para "cumprirem a sua obrigação, tal como consta na Constituição e garantirem a proteção de todos os nigerianos e sua liberdade de culto em segurança." Ele insistiu que "nenhum dos chefes de Serviços Armados deveriam dormir até que nigerianos de todas as religiões no Estado de Borno pudessem dormir".

Separadamente, a Associação Cristã da Nigéria emitiu um comunicado em 12 de fevereiro, observando que, entre os estados do nordeste e centro da Nigéria, histórias sangrentas de assassinatos por tiros e queima de casas de cristãos e suas igrejas continuam acontecendo.

"Nada menos que 30 pessoas sofreram vários graus de lesões no Planalto", um estado no centro da Nigéria, disse o secretário geral da associação, Rev. Musa Asake, ao ler o comunicado.

"O governo federal deve promover com um sistema eficiente e duradouro para impedir o ressurgimento de militantes do Boko Haram, que estão rondando aldeias, atirando e matando cristãos inocentes, especialmente aqueles que vivem na parte norte da Nigéria", concluiu Asake.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAnne Karen Oliveira
http://www.portasabertas.org.br/noticias/2014/02/3021563/