terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Trump envia U$ 55 milhões para ajudar cristãos perseguidos





Trump envia U$ 55 milhões para ajudar cristãos perseguidos

Em outubro de 2017, o vice-presidente dos EUA Mike Pence anunciou que a administração Trump estava mudando sua política de ajuda a nações estrangeiras e iria parar de esperar que a ONU administrasse suas doações.
Agora, o governo dos Estados Unidos anunciou que dará um ajuda direta aos cristãos perseguidos no Iraque, que se esforçam para reconstruir suas vidas, após as planícies de Nínive ficarem livres do Estado Islâmico.
No passado, a ONU reconheceu o genocídio de yazidis na região, mas se recusou a fazer o mesmo com os cristãos. Apesar de prometer ajuda, ela nunca chegou.
A Casa Branca também anunciou que está aceitando propostas de organizações privadas no Iraque para receberem assistência direta do governo americano para reconstrução de casas, e restauração dos serviços que proveem água, eletricidade, esgoto, saúde e educação.
A Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID na sigla original), órgão oficial do governo dos EUA, doou US $ 55 milhões para o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Estabilização no Iraque, que “atende às necessidades das minorias religiosas e étnicas vulneráveis”. A verba faz parte de um repasse de 75 milhões para a ONU, que precisará prestar contas de como o dinheiro será aplicado.
A decisão mostra a disposição dos EUA em garantir que as verbas para as minorias religiosas sejam gastas de forma eficaz. A maior parte do orçamento da ONU é investida com a agência que cuida dos refugiados islâmicos.

Clamor por ajuda

Logo que foi declarado presidente dos EUA, antes mesmo de assumir o posto, Donald Trump começou a ouvir pedidos diretos de ajuda vindo de líderes cristãos iraquianos.
Mike Pence, um evangélico comprometido, garantiu várias vezes que o governo estava ciente do que ocorria nas regiões dominadas pelos jihadistas, onde cristãos eram perseguidos e executados simplesmente por causa da sua fé.
Via de regra, a queixa era como os membros das minorias religiosas do Oriente Médio eram ignorados pelos programas de assistência das Nações Unidas. Segundo Pence, os moradores das Planície de Nínive tiveram “menos de 2% de suas necessidades contempladas” e a grande maioria dos cristãos e yazidis permaneciam em abrigos temporários.
A especialista em direitos humanos Nina Shea, que já escreveu livros sobre a perseguição dos cristãos, disse que, mesmo com supervisão, a decisão do governo Trump em entregar verbas à ONU é temerária: “Os programas de apoio da ONU sempre foram mal administrados, não são transparentes e deliberadamente minimizaram o impacto do genocídio das minorias cristãs e yazidi nos últimos anos”.
O conselheiro da USAID Tom Staal afirmou que, além de um controle mais rígido das operações da ONU na região, o gabinete de Trump irá permitir que ONGs que trabalham na região se candidatem a receber ajuda financeira para ajudar a reconstruir as comunidades religiosas minoritárias, num trabalho completamente independente das Nações Unidas.
A Fox News informou que os novos termos de trabalho da USAID com a ONU foram negociados pela embaixadora dos EUA na ONU Nikki Haley, uma evangélica comprometida que sempre defendeu a liberdade religiosaCom informações Christian Post
https://noticias.gospelprime.com.br/trump-envia-u-55-milhoes-para-ajudar-cristaos-perseguidos/

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Regime de Evo Morales criminalizará a evangelização Bolívia

Regime de Evo Morales criminalizará a evangelização Bolívia
Lideranças evangélicas e católicas da Bolívia estão denunciando a tentativa do presidente Evo Morales criminalizar a evangelização. O “Novo Código do Sistema Criminal” boliviano, proposto em dezembro e que deve ser aprovado em breve, trouxe uma série de mudanças na legislação, visando se conformar à visão bolivariana de sociedade.
Bispos católicos e pastores de diferentes igrejas evangélicas chamam atenção o artigo 88, que prevê com prisão de sete (7) a doze (12). O problema é que seu 12º parágrafo caracteriza como crime “o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto”.
Nesta segunda-feira (8), centenas de evangélicos fizeram manifestações na capital La Paz. Além dos líderes religiosos, também protestam os advogados e os jornalistas. Eles denunciam que o Novo Código do Sistema Criminal acaba com a liberdade de imprensa nos artigos 309, 310 e 311, que tratam de “injúria e difamação”. Na prática, eles preveem prisão para quem fizer denúncias contra o governo e os políticos bolivianos.
O argumento central do governo boliviano é que a liberdade de expressão (seja ela religiosa ou na imprensa) é uma “concessão de Estado”. Esse é um pensamento típico das ditaduras, que aproxima mais ainda a Bolívia da Venezuela, que compartilha do mesmo ideal “bolivariano” – que nada mais é uma forma latino-americana de comunismo.
Um grupo de representantes da associação Igrejas Evangélicas Unidas revelou fez um ato em frente ao Palácio do Governo e à Assembleia Legislativa, que deverá aprovar as mudanças propostas por Evo Morales. Eles divulgaram uma declaração onde exigem “a revogação total do Novo Código do Sistema Criminal”.
Susana Inch, assessora jurídica da Conferência Episcopal Boliviana (CEB), disse que “Há uma forte preocupação na Igreja Católica e em todas as instâncias religiosas por causa do conjunto de leis que estão gerando ambiguidades, onde os direitos fundamentais das pessoas podem ser afetados… resultando em uma perseguição injustificada”.

Campanha de oração

Segundo os pastores, o artigo 88 dá margem a interpretações de que qualquer atividade de evangelização seja criminalizada. Também dizem que isso inviabiliza o trabalho com pessoas que recebem nos centros de recuperação de alcoolismo e dependência de drogas dirigido por religiosos.
As propostas da nova lei contradizem o artigo 4 da Constituição da Bolívia, que prevê a liberdade de culto. No entendimento dos líderes religiosos, toda manifestação fora dos templos estaria sujeita à censura, o que impediria, por exemplo, retiros de igrejas, procissões ou caminhadas do tipo “Marcha para Jesus”.
Chamam a atenção também para as “restrições à realização de atividades em grupo”, contempladas na nova legislação, que poderia resultar na intromissão do governo nas atividades das igrejas, como cultos.
O pastor Miguel Machaca Monroy, presidente das Igrejas Evangélicas de La Paz, acredita que a formulação desta lei os impedirá de pregar e evangelizar nas ruas. Por isso, eles estão fazendo uma campanha de oração e jejum em favor do país.
A liderança da Assembleia de Deus da Bolívia emitiu um pronunciamento, dizendo que o país se encontra em uma “situação de emergência, que pelo visto é gravíssima”. Os pastores também são contrários ao artigo 157, que legaliza do aborto. Com informações de La Razón e Los Tiempos
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sábado, 30 de dezembro de 2017

Atentado terrorista em igreja no Egito deixa 10 mortos





Jihadistas entram atirando em igreja no Egito, deixando 10 mortos

Dois homens armados entraram atirando em uma igreja egípcia ao sul da capital Cairo. O ataque terrorista deixou ao menos dez mortos nesta sexta-feira (29). Um dos agressores foi morto pelas forças de segurança. Segundo testemunhas, os jihadistas carregavam explosivos, mas não conseguiram detoná-los.
O atentado ocorreu na igreja copta Mar Mina, no distrito de Helwan, onde sabidamente há várias células do Estado Islâmico, noticiou a agência estatal de notícias Mena. O Ministério da Saúde informou que entre as vítimas estão dois policiais que tentaram impedir o atentado.
Samir Gerges, que estava no local, disse que os fiéis tentaram fechar as portas do templo quando o tiroteio começou, mas vários caíram mortos ali mesmo.
As autoridades fecharam a área em torno da igreja. Os policiais aprenderam um possível cúmplice, que tentava escapar após o ataque.
Em vídeos postados nas redes sociais é possível ver um homem barbudo, com uma jaqueta cheia de munição, estendido no chão, sendo algemado pelos policiais.
O acesso à igreja foi interditado pela Polícia, enquanto a perícia examina a região. Até agora, nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. Os líderes coptas dizem que já esperavam novos ataques pois as ameaças de extremistas vem aumentando.
Na semana passada, uma centena de manifestantes muçulmanos invadiu uma igreja ao sul de Cairo, destruindo parcialmente o local e ferindo três pessoas. Os manifestantes gritavam palavras de ordem anticristãs.
A minoria cristã copta, que são cerca de 10 por cento dos egípcios, tem sido regularmente alvo de extremistas islâmicos nos últimos anos. Com informações das agências
https://noticias.gospelprime.com.br/jihadistas-entram-atirando-em-igreja-do-egito-deixando-10-mortos/

terça-feira, 7 de novembro de 2017

China expulsa quase mil missionários e pastores

China expulsa quase mil missionários e pastores
Dando continuidade ao projeto do Partido Comunista da China, que apoia o regime da Coreia do Norte, três províncias chinesas expulsaram quase 1000 missionários e pastores. A grande maioria são cristãos sul-coreanos que ajudavam os desertores norte-coreanos.
O governo comunista do país continua com sua repressão contra atividades religiosas, de acordo com um relatório publicado nesta segunda-feira (6/11). Desde o final do ano passado, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang no nordeste da China vêm identificando e deportando os pastores além de tentar fechar suas igrejas, de acordo com o jornal britânico Express.
Em Changchun, capital da província de Jilin, todas as igrejas lideradas por sul-coreanos foram fechadas de vez. Essa expulsão de líderes cristãos estrangeiros, sobretudo sul-coreanos faz parte do plano chinês de implementar novos regulamentos sobre assuntos religiosos. O objetivo declarado é “erradicar o extremismo” até 1 de fevereiro de 2018.
Estão previstas pesadas multas para quem organizar “atividades religiosas não aprovadas” (US $ 45.200) e para os que ofereceram um local para “eventos religiosos ilegais” (US $ 30.100).
Bob Fu, fundador e presidente da Missão China Aid, uma organização que combate a perseguição aos cristãos na China, disse ao Christian Post que “a cúpula do governo chinês está cada vez mais preocupada com o rápido crescimento da fé cristã, sua presença pública e sua influência social. Trata-se de um medo político do Partido Comunista, uma vez que o número de cristãos no país já superou em muito o de membros do Partido“.
Sob a liderança do presidente Xi Jinping, que está no poder desde 2013, multiplicaram-se as medidas contrárias aos cristãos. Desde a revolução comunista de 1949. Um número recorde de igrejas “subterrâneas” foram invadidas, centenas de pastores foram presos, templos foram derrubados e multiplicaram-se as denúncias de torturas e violências contra os cristãos em todo o país. Traduzido em números, calcula-se que a perseguição religiosa na China cresceu 700% na última década.
Segundo foi informado no mês passado, o Partido Comunista pretende manter Xi no poder até 2022, quando termina seu segundo mandato.

https://noticias.gospelprime.com.br/china-expulsa-quase-mil-missionarios-e-pastores/

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Jihadistas já mataram 500 líderes cristãos na Nigéria

Jihadistas já mataram 500 líderes cristãos na Nigéria
Um bispo católico na Nigéria está denunciando que os jihadistas do Boko Haram mataram pelo menos 500 sacerdotes nos últimos anos. Em um relatório divulgado pela diocese de Maiduguri, consta que somente em 2014, quando juraram lealdade ao Estado Islâmico, os extremistas incendiaram 250 igrejas no Nordeste do país.
O bispo Oliver Doeme lembra que o grupo terrorista ataca todos os não islâmicos, tendo expulsado recentemente cerca de 80 mil católicos de suas casas, enquanto mais de 60 mil fugiram para o vizinho Camarões. Os principais locais da perseguição religiosa são os estados de Adamawa, Yobe e Borno.
Apesar de elogiar os esforços do exército nigeriano, que combate os insurgentes em várias frentes, ele ressalta: “a batalha contra Boko Haram não deve se limita ao domínio físico, mas precisa ser combatida no reino espiritual, pois é um ataque demoníaco”.
Doeme pede a união de todos os grupos cristãos do país, uma vez que há uma guerra religiosa que já deixou cerca de 100.000 mortos e mais de 2 milhões de refugiados dentro do próprio território.
Metade dos 170 milhões de habitantes da Nigéria professam o cristianismo. É o segundo país com o maior número de evangélicos do planeta, com 60 milhões de fiéis. Os católicos são cerca de 20 milhões. Os islâmicos no país são cerca de 80 milhões.
A administração do presidente Donald Trump recentemente manifestou sua intenção de  vender 12 aeronaves de ataque leve à Nigéria, que seriam usadas na luta contra Boko Haram. O negócio está encaminhado há alguns meses, mas fora cancelada pelo ex-presidente Barack Obama em janeiro. Com informações Christian Times
disponível em: https://noticias.gospelprime.com.br/jihadistas-ja-mataram-500-lideres-cristaos-na-nigeria/

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Líder do EI tenta matar um missionário, mas é impedido por Jesus


Líder do EI tenta matar um missionário, mas é impedido por JesusLíder do EI tenta matar um missionário, mas é impedido por Jesus
O ministério Leading The Way foi fundado pelo Dr. Joseph Youssef, um ex-muçulmano egípcio que se tornou pastor. Ele transmite via satélite vários programas voltados para a população islâmica do Oriente Médio.
Muhammad (nome trocado por questões de segurança) era um líder de alto escalão do Estado Islâmico. Certo dia ele assistiu a um dos programas e se revoltou. Decidiu que iria matar aqueles homens que tentavam fazer os muçulmanos trocarem Maomé por Jesus.
O jihadista ligou para o número que aparecia na tela, da central de atendimento. “Preciso me encontrar com você”, disse ele ao missionário Peter (nome trocado por questões de segurança), que atendeu o telefonema. Era um dos líderes da equipe de acompanhamento da Leading The Way.
Experiente, Peter sabia que não deveria concordar em se encontrar pessoalmente com ninguém que ele não conheça.  Contudo, disse ter entendido da parte de Deus que deveria abrir uma exceção. Conta que ouviu uma voz lhe dizendo: “Desta vez é diferente. Vá e se encontro com este homem. Seja ousado com ele”.
Quando o missionário se encontrou com Muhammad logo anunciou o Evangelho e falou sobre condenação e salvação. O muçulmano não tomou decisão alguma e relata que o ódio que sentia foi sumindo. Algum tempo depois, teve um sonho onde Jesus revelou-se e lhe trouxe  grande convicção de que precisava mudar sua vida.
Na manhã seguinte, Muhammad decidiu raspar a barba – o símbolo de sua devoção radical ao Islã. Estava decidido a seguir a Cristo. Sem saber como fazer isso, ligou para Peter mais uma vez, desesperado para encontrá-lo.
O missionário concordou. “Peter, eu tenho uma confissão”,  Muhammad foi logo dizendo. “A primeira vez que nos encontramos eu pretendia matá-lo. Me perdoe”. Caiu então de joelhos e  se arrependeu diante do Senhor.
O ex-líder do Estado Islâmico tomou essa decisão há algumas semanas. Ele foi discipulado, batizado e já está servindo a Cristo onde mora, contando a todos por que mudou de vida. Está convicto que foi o Jesus que ele perseguia que o impediu de cometer outro crime.
Esse testemunho está sendo usado pela Leading The Way para pedir que cristãos do mundo todo orem pela situação no Oriente Médio. Com sucessivas derrotas no Iraque e na Síria, o Estado Islâmico está se esfacelando e muitos soldados estão sem rumo, buscando respostas. Isso pode ser uma grande oportunidade para que conheçam a Jesus.
https://noticias.gospelprime.com.br/lider-ei-matar-missionario-jesus/

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Cristãos são expulsos da Arábia Saudita por fazerem orações “não islâmicas”


Cristãos são expulsos da Arábia Saudita por fazerem orações “não islâmicas”Cristãos são expulsos da Arábia Saudita por fazerem orações
Arábia Saudita deportou este mês 27 cristãos estrangeiros simplesmente por que fizeram orações em casa. Segundo a rede de TV EWTN, o motivo para serem expulsos do país é que fizeram preces ‘não islâmicas’, o que é proibido pela sharia, lei religiosa baseada no Alcorão.
A maioria dos deportados eram mulheres. Algumas delas tiveram de levar seus filhos consigo. Não foi revelada sua nacionalidade, mas elas tinham ido para lá por causa de trabalho. A polícia religiosa invadiu o local após receber denúncias da prática considerada ilegal.
Em 2006, o governo saudita se comprometeu a parar de interferir com o culto privado dos não-muçulmanos. Na Arábia Saudita, as igrejas são proibidas e apostasia (abandono do Islã) é uma ofensa que pode levar à morte.
A professora Camille Eid, da Universidade de Milão, especialista em cristianismo no Oriente Médio, disse a um programa de TV italiano que os cristãos na Arábia Saudita sofrem todo tipo de perseguição.
“As autoridades dizem que os cristãos podem orar em privado, mas o que significa privado? Será que significa sozinho ou com sua família? Quando mais de dois, ou um grupo de famílias, estão orando juntas na privacidade da sua casa a polícia religiosa pode entrar e intervir e prendê-los?”, questiona.
Conta ainda que qualquer um visto usando uma cruz pode tê-la arrancada por um muçulmano, e não apenas policiais. Oficialmente existe 5.000 membros da polícia religiosa e não há igrejas, sinagogas ou templos de outras religiões no país que é berço do Islã.
Eid lembra o caso de uma menina saudita que se converteu ao cristianismo e escreveu um poema para Cristo. Quando foi descoberta, teve sua língua cortada, foi sequestrada e, depois de alguns dias, encontrada morta.
A Arábia Saudita é atualmente o número 14 na lista de anual de perseguição da Missão Portas Abertas. Segundo relatório recente, a internet ampliou o acesso à informação de todos os sauditas, inclusive sobre outras religiões. “O número de cristãos convertidos do islamismo e outras religiões está aumentando, juntamente com a sua ousadia em compartilhar sua nova fé”, diz a publicação. Com informações Christian Today
https://noticias.gospelprime.com.br/cristaos-expulsos-arabia-saudita-oracoes/