terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Muitos países financiam o Estado Islâmico

Como disse um cristão perseguido: "Cofres cheios também significam caixões cheios"
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Existem evidências de que a Arábia Saudita e Catar estejam financiando o Estado Islâmico (EI), como meio de controlar a expansão iraniana. Além disso, algumas notícias esclarecem que a Inteligência Paquistanesa financia facções do Taliban, no Afeganistão, para fazer do seu vizinho um ponto estratégico durante os conflitos. O Estado Islâmico também vende petróleo para os turcos, para o governo sírio e até mesmo para os iraquianos curdos.
Os bombardeios ocidentais tentam mudar esse cenário, mas os grupos extremistas são adeptos a angariar fundos de políticos corruptos ou do crime organizado. Além de suas receitas com petróleo, o EI ainda sequestra cristãos para trocá-los por armas ou dinheiro. No caso das mulheres, são vendidas como escravas sexuais. Atualmente existem mais de 300 cristãos desaparecidos na Síria. Em países da América Latina (Colômbia e México), quadrilhas de traficantes perseguem, executam e destroem regiões inteiras e até impõem impostos para que igrejas funcionem em regiões controladas pelo narcotráfico.
Em todo o mundo, o cristão enfrenta violência e perseguição, sempre que os grupos extremistas tentam manter seus cofres cheios. Como disse um cristão perseguido: "Cofres cheios também significam caixões cheios". Chuck Hagel, ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos, disse ao BBC News: "O EI não é só um grupo terrorista, mas um projeto de Estado com armas sofisticadas, uma ideologia totalitária e recursos abundantes obtidos por meio de financiamento externo, o que permite ao grupo continuar sua ofensiva, através da manifestação mais violenta da insurgência sunita, e lançar as bases de seu califado". Ore para que haja arrependimento e salvação e que os líderes do EI sejam tocados pelo amor de Jesus.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/muitos-paises-financiam-o-Estado-Islamico

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Cristãos são excluídos e escondidos

Ser cristão na Coreia do Norte pode custar a vida
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Coreia do Norte continua no topo da Classificação da Perseguição Religiosa e já entra no 14º ano consecutivo como o país em que ser cristão pode custar a vida. O país mantém essa situação, apoiado por líderes chineses, que temem uma crise incontrolável de refugiados em suas fronteiras. Caso a Coreia do Norte entrasse em colapso repentinamente, as pessoas fugiriam para a China, que é o refúgio mais próximo.
Sudão, que ocupa o 8º lugar na classificação, e a Eritreia, que ocupa o 3º, também se encontram nessa situação, com a violência anárquica, vindo de todas as esferas da sociedade contra os cristãos, de forma incontrolável. No Sudão, o povo Nuba, em sua maioria cristã, está perto do genocídio. Na Eritreia qualquer cristão que se declarar ou que testemunhar a Jesus, ou até mesmo protestar contra o tratamento que os cristãos recebem, é preso, julgado, torturado e até morto em prisões que oferecem condições sub-humanas, como prisões em contêineres ou subterrâneas.
Na Coreia do Norte, além de serem presos, os cristãos são forçados a trabalhar em campos de concentração, onde a jornada árdua de trabalho chega a passar de 15 horas, além de enfrentarem torturas diárias, alimentação escassa e péssimas condições para dormir. Para eles, a realidade futura é de que, apesar da vulnerabilidade e precariedade, a igreja continue sobrevivendo e crescendo de forma lenta, mas sem cessar. Ore por eles.
Pedidos de oração
  • Peça a Deus pelos cristãos norte-coreanos, para que tenham forças para suportar tanto sofrimento e que sintam a presença do Espírito Santo constantemente.
  • Ore para que Deus faça um milagre e mude a situação do país, libertando os presos e fazendo justiça na vida deles.
  • Ore também pelos opressores, para que eles sejam tocados pelo amor de Jesus e que se arrependam.


https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/cristaos-sao-excluidos-e-escondidos

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

As dificuldades dos cristãos butaneses

Na vida social, os cristãos são muito discriminados e forçados a negar o cristianismo
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Em outubro do ano passado, dois colaboradores da Portas Abertas estiveram envolvidos em um acidente de carro enquanto visitavam alguns cristãos do Butão. Um deles ficou levemente ferido e o outro precisou passar por uma cirurgia em um dos braços. As estradas por lá são muito perigosas e aqueles que precisam viajar para exercer suas atividades nas igrejas correm vários riscos.

Além disso, não é fácil manter a fé em meio a perseguição religiosa que o contexto da nação apresenta. Embora seja um país que pouco aparece na mídia, geograficamente ele está bem no meio dos gigantes Índia e China, onde há muitos conflitos religiosos. As poucas igrejas que existem nas aldeias do Butão são frequentemente monitoradas pelo governo, então, a maioria dos cristãos prefere viver sua fé secretamente.
Na vida social, os cristãos são muito discriminados e forçados a negar o cristianismo. As crianças são vítimas de preconceito por professores e colegas, e em alguns casos, algumas têm o acesso à escola negado. Além de todas as dificuldades enfrentadas, a perseguição ainda gera violência por parte dos budistas radicais. Por enquanto, a minoria cristã precisa viver isolada, em locais de difícil acesso, onde somente os analistas de perseguição e algumas associações aparecem para dar-lhes assistência. Ore por todos eles.
Pedidos de oração
  • Ore pelos butaneses, para que mantenham a fé, apesar de tantas dificuldades.
  • Peça ao Senhor para proteger aqueles que enfrentam as estradas perigosas para chegar até os cristãos perseguidos, a fim de levar ajuda e ânimo para eles.
  • Em suas orações, peça também pela situação do país, para que os líderes reconheçam as minorias religiosas e ofereçam proteção necessária para os cristãos.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/as-dificuldades-dos-cristaos-butaneses

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A casa de Deus na terra dos tibetanos

"Aprendemos através da Bíblia que os cristãos devem ser corajosos. Nós estamos dispostos a morrer por Cristo"
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Han* é um missionário chinês que evangeliza em uma área remota do Tibete. "Antes de chegar até Han, John foi nos buscar no aeroporto. Ele pediu que ficássemos de cabeça baixa, durante o trajeto e nos explicou que o governo havia instalado várias câmeras de segurança naquela região. Era melhor que nossos rostos não fossem filmados, já que em outras ocasiões, visitantes cristãos foram detidos no desembarque", conta um dos analistas da Portas Abertas.
John levou a equipe para visitar os cristãos perseguidos de uma aldeia. Ao longo do caminho, uma pequena casa foi avistada por eles. "John nos disse ‘ali está a igreja, ela foi construída pelos irmãos, tijolo por tijolo’. Pude enxergar uma decoração com as cores azul, amarela e vermelha, com tirinhas de pano penduradas nas paredes e o nome em destaque ‘Emmanuel’. Aquela visão emocionou a todos nós. Meu coração ficou acelerado. A pequena igreja, linda e humilde, era a única casa do Deus verdadeiro no Tibete", lembra o analista.
Ao chegar até Han, somente uma pessoa da equipe pôde participar do culto, para não chamar muita atenção. No final, ele explicou à equipe que os líderes da aldeia ameaçam constantemente expulsar os cristãos dali, caso continuem adorando a Jesus. "Ninguém aqui vai parar, antes, porém, vamos perseverar ainda mais. Nós aprendemos através da Bíblia que os cristãos devem ser corajosos. Nós estamos dispostos a morrer por Cristo", e estas foram as palavras convictas que Han disse à equipe da Portas Abertas e que, segundo o analista, fecharam com chave de ouro aquela visita ao Tibete.
*Nome alterado por motivos de segurança.
https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/a-casa-de-Deus-na-terra-dos-tibetanos

Cristão reflete sobre a situação do Egito

"Tenho certeza de que Deus nos dará um novo amanhecer, sem névoas e sem escuridão"
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"Hoje o dia amanheceu tão nublado quanto a nossa situação aqui no Egito, então fiquei um tempo olhando pela janela, refletindo sobre os últimos acontecimentos políticos, econômicos e sociais que nos afetam diariamente. Os últimos cinco anos foram os piores da história do nosso país", comentou o cristão.
"Olhando através do nevoeiro, não consigo ver nada lá fora, nem mesmo os prédios que ficam bem de frente de onde estou. É assim que me sinto quando tento enxergar a situação do Egito. Tudo é tão incerto. Até mesmo agora que temos uma nova Constituição e um presidente eleito pela maioria dos cidadãos, após a destituição do regime da Irmandade Muçulmana. Mesmo assim, existe um movimento de todos os grupos islâmicos radicais acontecendo, tentando criar um caos ideológico. Alguns ainda pregam o ódio em mesquitas contra a atual administração, e é claro, contra o cristianismo também", diz ele.
O cristão comenta que a crise econômica no país é devastadora e que absorve toda a riqueza nacional, bem como todos os esforços de desenvolvimento. "Só Deus sabe se um dia vamos sair dessa crise. A única coisa que melhorou por aqui foi a nossa segurança, mas nós cristãos somos totalmente dependentes da proteção e da orientação de Deus. Nas ruas, o que mais se vê são pessoas reclamando de tudo, mas confesso que, diante dessa névoa, e longe das pessoas, eu consigo imaginar o sol brilhando lá em cima, e eu sei que a qualquer momento ele vai aparecer. É assim que eu sigo em frente, com a certeza de que Deus também nos dará um novo amanhecer, sem névoas e sem escuridão. O sol da justiça vai brilhar para nós, cristãos, por que cremos que Deus está no controle em todo o tempo", o cristão conclui.
https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/cristao-reflete-sobre-a-situacao-do-Egito

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Famílias de meninas sequestradas pedem orações

A maioria expressa a esperança de ver suas filhas novamente
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Depois de mais de um ano de espera e buscas pelas meninas que foram sequestradas na escola do Chibok, pelo Boko Haram, algumas famílias entraram em depressão, outras se sustentaram na fé em Jesus e algumas tiveram que mudar para outras regiões com medo de mais sequestros.
"É difícil dizer que voltaram à vida normal, porque a vida deles nunca mais será a mesma, mas há alguns que dizem sentir uma força sobrenatural no controle da situação e que entendem que o sofrimento faz parte do dia a dia de um cristão. A maioria expressa a esperança de ver suas filhas novamente", comenta um analista de perseguição.
O analista conta também que é impressionante ver que o perdão é algo muito espontâneo em todos eles, todos desejam perdoar os sequestradores e dizem que oram pela vida deles, como manda o mandamento do Senhor. "A Portas Abertas está ajudando as famílias com alimentos e medicamentos e realizando um seminário específico para curar os traumas sofridos. Mas o que eles mais pedem são orações para que permaneçam fortes em todos os sentidos", conclui ele.
Pedidos de oração
  • Ore pelas meninas que estão desaparecidas, para que o Senhor esteja com elas em todo o tempo, protegendo tanto fisicamente quanto espiritualmente.
  • Peça para Deus fortalecer as famílias, confortando o coração de pais, mães e irmãos das vítimas, pois eles estão sofrendo muito.
  • Ore também para que Deus dê sabedoria e estratégia aos governantes e que eles façam o necessário para encontrá-las.
  • Continue em oração pela Nigéria que está entre os primeiros países que mais perseguem cristãos no mundo.


  • https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/familias-de-meninas-sequestradas-pedem-oracoes

Cultos são proibidos pelo governo

"A situação é difícil, mas devemos ser fortes, Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados"
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Depois de passarem por um grande incêndio, causado pelo ataque de extremistas islâmicos, muitos cristãos indonésios fugiram da aldeia onde viviam temendo mais violência. "Ainda há muitas mulheres e crianças aqui, passando fome e temendo novos ataques. Aos poucos eles precisam ir embora", disse uma fonte local.
Segundo um dos analistas de perseguição: "Alguns atiradores foram presos, mas por um curto período de tempo. O ministro de Assuntos Religiosos, Lukman Hakim Saifuddin, visitou muçulmanos e líderes cristãos em Aceh Singkil. Em seu breve discurso, ele proibiu os cultos não autorizados pelo governo e se defendeu dizendo que a demolição da igreja não era um ato de intolerância religiosa, mas apenas o resultado de não seguir os regulamentos".
Segundo os relatórios das Comissões Nacionais de Direitos Humanos, desde 2013, foi detectado que mais de 80% das casas de adoração na Indonésia estão sem licença, incluindo as mesquitas. "A situação é difícil, mas devemos ser fortes, Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados, temos que fazer valer a pena esse sacrifício. Vamos enfrentar esse momento com coragem", disse uma cristã que não se identificou por motivos de segurança.
https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/cultos-sao-proibidos-pelo-governo