quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia


Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar BíbliaArábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia
A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada desta religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.
Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.
A missão Heart Cry  [Clamor do coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.
Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos.  A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.
O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.
O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia”.
Para ele, o decreto é uma prova que o governo saudita tem medo do impacto do cristianismo.  Produtor do documentário “End Times Eyewitness” [Testemunhas do Final dos Tempos], Richardson acredita que “Se eles estão matando pessoas por carregarem uma Bíblia, este é o cumprimento de Apocalipse 6:9″.
http://noticias.gospelprime.com.br/arabia-saudita-pena-morte-biblia/

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Muçulmanos perseguidos pelo Estado Islâmico convertem-se a Jesus


Muçulmanos perseguidos pelo Estado Islâmico convertem-se a JesusMuçulmanos perseguidos pelo EI convertem-se a Jesus
Missionários relataram à missão Christian Aid que a perseguição e morte de minorias muçulmanas por parte dos soldados do Estado Islâmico no Iraque e na Síria tem oferecido oportunidades sem precedentes para que eles ouçam a mensagem de Jesus. A comparação entre o que eles acreditavam ser o ensinamento do Alcorão e o que descobriram ser a mensagem bíblica sobre o amor de Deus tem feito toda a diferença.
Com ajuda da tecnologia, refugiados de minorias muçulmanas estão aprendendo sobre Deus por meio de áudios e transmissões de mensagens evangelísticas em sua língua natal que podem ser ouvidos em tocadores de mp3 distribuído a todos os interessados. A maioria dos refugiados é analfabeta. Além disso, obreiros cristãos criaram “igrejas nas barracas”, improvisando espaço de culto nos acampamentos onde todos que estão refugiados podem orar e adorar a Deus.
“Você pode ver as lágrimas em seus olhos quando oramos, sabendo que Deus se importa”, explica o diretor de um ministério que trabalha na região. “Essa conexão faz uma enorme diferença.”
“Eles veem que Deus da Bíblia pode dar-lhes força e curá-los”, acrescentou. “Eles relatam que as coisas mudaram”, embora muitos tenham perdido todas as suas posses e até mesmo a família.
Os ex-muçulmanos não conseguem disfarçar o alívio de não precisarem ser obrigados a fazer orações apenas com hora marcada, cinco vezes por dia. Eles agora descobriram a liberdade de poder falar com Deus sempre que desejarem.
“Você pode ver isso em seus rostos. Eles dizem: ‘Toda vez que oramos, há uma diferença”, relata o diretor, que prefere não ter seu nome divulgado.
É inegável a rápida propagação do cristianismo. De fato, não há registro de um momento em que tantos muçulmanos sírios creram em Cristo como nos últimos três anos de guerra civil. “Nós todos concordamos que é o maior de avivamento na região desde o início do Islã”, comemora.
Além das mensagens evangelísticas, os ministérios estão distribuindo alimentos, remédios e roupas, numa evidência tangível que servem a um Deus que se importa. Segundo os obreiros, experimentar o amor demontrado pelos seguidores de Cristo em comparação com o ódio dos que afirmam obedecer a Maomé é chocante para os muçulmanos.
“Quando um muçulmano lê sobre o amor incondicional de Cristo no evangelho e como Ele perdoou a mulher adúltera, em comparação com a necessidade de apedrejamento de uma mulher adúltera ensinado por Maomé, por exemplo, fica claro que Deus [da Bíblia] não é vingativo, mas é amor”, reiterou um dos obreiros.
Os ex-muçulmanos convertidos a Jesus num primeiro momento ficaram chocados em saber que Deus pode ser tão bom. Não conheciam pelo Alcorão a ideia que Deus é amoroso, está opróximo e sua atuação em suas vidas é real. Embora já acreditassem em Jesus como profeta, entendem agora que ele é o Salvador e “Deus conosco”. Com informações Christian Today
http://noticias.gospelprime.com.br/muculmanos-perseguidos-convertem-jesus/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Número de cristãos na China supera o dos filiados ao Partido Comunista


Número de cristãos na China supera o dos filiados ao Partido ComunistaNúmero de cristãos supera o de comunistas na China
O governo comunista da China tem demonstrado sua fúria contra os cristãos nos últimos tempos derrubando igrejas, prendendo líderes das igrejas que não se submetem ao regime, chamadas de clandestinas. Também aumentou o número de “sacerdotes” obedientes ao regime nas igrejas “oficiais”. Por trás dessa escalada da repressão, o verdadeiro motivo é o rápido crescimento da população de cristãos na China. Algo que o governo não esperava e não deseja.
Oficialmente, existem hoje cerca de 100 milhões de cristãos no país mais populoso do mundo. Estudiosos acreditam que o número pode ser 3 vezes maior. Ao mesmo tempo, o Partido Comunista Chinês continua seus esforços para recrutar novos membros ao longo dos últimos anos, abrindo as suas fileiras para intelectuais e empresários e outras classes anteriormente “suspeitas”, por defenderem o capitalismo.
Ainda assim, os membros totalizam 86,7 milhões, sendo que a maioria é comunista só de nome. Isso pode ser visto como um fracasso do regime, que desde a revolução na década de 1940, defende que o povo chinês não deveria acreditar em nenhum deus.
As milhares de igrejas derrubadas ou confiscadas por ordem do Partido durante os anos 1950 e 1960 foram quase todas reconstruídas ou reformadas. Em algumas delas, missas vêm sendo celebradas de forma contínua há mais de 220 anos.
Na verdade, o Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia Igreja Protestante e a Associação Patriótica Católica Chinesa foram estabelecidos pouco depois da revolução comunista, ficando sob a direção do Partido Comunista. O objetivo era isolar as igrejas no país e controlá-las tanto quanto fosse possível. Por exemplo, como a China não tem relações oficiais com o Vaticano oficialmente, a inferência do Papa sobre a Igreja Católica da China não é reconhecida.
Na última década, muitas novas igrejas foram construídas, às vezes com permissão oficial, às vezes sem. Quando o governo local nega permissão para construir uma igreja, os moradores constroem um “salão social”, onde os encontros são realizados. Embora seja um movimento mais recente, o número de evangélicos na China está crescendo muito mais rápido que o número de católicos.
De acordo com um estudo da Academia Chinesa de Ciências Sociais, pelo menos 45 milhões de evangélicos estão organizados em igrejas domésticas. O número de católicos na China é estimado em cerca de 12 milhões, segundo a organização católica Centro-China. O número de católicos registrados é perto de seis milhões, tão alto quanto os membros das igrejas católicas clandestinas.
O cristianismo na China tem uma longa história. Os cristãos nestorianos chegaram ao país no século 7, mas tiveram poucas conversões. Os jesuítas desembarcaram no século 16, acreditando que se pudessem converter o imperador, milhões de chineses também abraçariam a fé. Isso não aconteceu. Havia liberdade de culto e os missionários evangélicos chegaram ao país no século 19. Com a revolução comunista no século 20, em muitas regiões o cristianismo foi considerado extinto.
Porém, a abertura maior para o ocidente nos últimos anos também “afrouxou” a perseguição em algumas regiões. A Constituição afirma que os cidadãos chineses “gozam de liberdade de crença religiosa.” Ao mesmo tempo, o Estado proíbe organizações públicas de qualquer religião. Contudo, em 2012 o governo da China lançou uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país.
Estudiosos acreditam que o quadro atual seja irreversível, embora o Partido Comunista continue criando “ondas” de perseguição, como a destruição de monumentos cristãos ou a recente ordem para retirar as cruzes de todas as igrejasCom informações de Aleteia
http://noticias.gospelprime.com.br/numero-cristaos-maior-comunistas-china/

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Líderes muçulmanos traçam estratégia de expansão do islamismo no Brasil e construção de mesquitas

Os líderes islâmicos pretendem expandir a religião no Brasil e na América do Sul, como forma de abranger todas as regiões do mundo e popularizar suas tradições no futuro.
A estratégia foi definida durante um encontro realizado na última semana na Turquia, com líderes islâmicos de 40 países.
No encontro haviam representantes de diversos países da América Latina, como Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Bolívia, República Dominicana, Guiana, Peru, Colômbia, Cuba, Equador, Jamaica e Haiti, além do Brasil.
“Nós estamos aqui reunidos para discutir questões que dizem respeito aos muçulmanos em países da América Latina, seus cultos religiosos e as oportunidades de cooperação”, disse Mehmet Görmez, chefe do Gabinete para Assuntos Religiosos do presidente turco.
De acordo com o site Epoch Times, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, fez um pronunciamento dizendo que “a América não foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1492, mas sim por ‘navegadores muçulmanos’ três séculos antes”, e disse que o governo do país está disposto a financiar a construção de mesquitas no continente sul-americano.

A expansão do islamismo vem acontecendo em diversos países do mundo, incluindo nações da Europa, como a França e Inglaterra, por exemplo, África, onde atuam grupos extremistas, além dos Estados Unidos.
Görmez observou que ainda não há “islamofobia” na América Latina, e essa é uma característica que apresenta menor resistência à fé muçulmana nos países da região.
No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou um crescimento de 29,1% dos muçulmanos no país no período entre os anos 2000 a 2010. O número é amplamente superior à taxa de crescimento da população, que aumentou 12.3% no período.

http://noticias.gospelmais.com.br/muculmanos-tracam-expansao-islamismo-brasil-72981.html

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

“Eu acredito em Jesus e quero mostrá-lo ao mundo inteiro”

Dia de festa, celebração e gratidão a Deus: 10 crianças foram batizadas durante um acampamento da Portas Abertas, na Colômbia
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Durante o acampamento anual da Portas Abertas na Colômbia 4 meninos e 6 meninas foram batizados. Para eles, foi um momento especial, como uma das meninas compartilha: "Eu acredito em Jesus e quero mostrá-lo ao mundo inteiro".
O próprio Jesus chamou a si as crianças e disse: "Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas.”
Junte-se a nós em ação de graças e oração por estas crianças para que cresçam em seu relacionamento com Jesus e permaneçam firmes na fé. Que elas sejam colunas da Igreja na Colômbia e perseverem na pregação da Palavra de Deus em seu país.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoJunia Vasconcellos

Enquanto cristãos são libertados, outros são condenados à prisão no Irã

A Igreja iraniana agradece pelas orações de irmãos ao redor do mundo que têm intercedido por cristãos mantidos na prisão em seu país. Eles se alegram que foi concedida a liberdade condicional a Homayoun Shokouhi (foto), no dia 10 de novembro, mas pedem oração por Masoud Rezai, que foi condenado, em 9 de novembro, a cumprir uma pena de cinco anos
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Homayoun, sua esposa e filho, Fariba Nima, estavam entre os sete cristãos presos em Shiraz, em 8 de fevereiro de 2012, quando uma reunião de oração foi invadida. Na ocasião, um membro da igreja também foi detido. Em junho de 2012, os oito foram considerados culpados de "participar de uma igreja doméstica, difundir o cristianismo, ter contato com ministérios estrangeiros, fazer propaganda contra o regime e prejudicar a segurança nacional." Homayoun e outros três cristãos foram condenados a 3 anos e 8 meses de prisão. Um deles, Mohammad-Reza, conseguiu liberdade condicional em 18 de maio desse ano.

Na sequência de um apelo sobre sua sentença, apresentado pela família ao tribunal de Shiraz, Homayoun foi libertado no dia 10 de novembro, depois de cumprir dois anos e oito meses na prisão Adel-Abad. Mojtaba e Vahid permanecem detidos.

Em outro momento, nove membros da Igreja do Irã foram presos em Shiraz, em outubro de 2012, quando uma reunião de oração foi invadida. Um dos detidos foi libertado pouco tempo depois; os outros foram formalmente condenados a sentenças que variam de um ano para seis anos de prisão (apesar da condenação ter sido posteriormente derrubada). Um recurso foi rejeitado em 29 de março de 2014 e, posteriormente, quatro desses condenados – Shahin, Mohammad, Suroush e Mehdi – iniciaram o cumprimento de suas sentenças.

No dia 9 de novembro, Masoud também foi levado à prisão Adel Abad, para cumprir a sua pena de cinco anos. Os outros dois, Eskander e Bijan, estão à espera de serem convocados em breve para cumprir suas sentenças.
FonteMiddle East Concern
TraduçãoAna Luíza Vastag
https://www.portasabertas.org.br/noticias/2014/11/enquanto_cristaos_sao_libertados_outros_sao_condenados_Ira

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Cristãos sírios escolhem ficar no país

Apesar de todas as dificuldades, perseguição e provações, muitos jovens cristãos sírios permanecem em seu país e em sua comunidade, porque sabem que existe ainda muito trabalho em suas igrejas
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Jovens como Gloria do leste da Síria; ou Kefas, de Aleppo (os nomes foram trocados por motivo de segurança). Kefas disse recentemente: “Eu fiquei, sim. As pessoas precisam de nós. Se sairmos, quem vai ajudar, quem vai compartilhar o evangelho?”.
“Eu não me esqueço de como nossas vidas eram antes da guerra. Eu não conseguia entender como o apóstolo Paulo, relata na Bíblia, poder se alegrar em situações difíceis. Agora eu sei. Eu sinto a alegria do Senhor, na situação em que estamos”.
O jovem ainda afirma que, apesar do medo, ele assume o risco e a responsabilidade de ser Igreja. “É claro que eu estou com medo, eu sou humano. Mas a Igreja não existe para ‘nada’, a igreja tem um propósito, temos uma responsabilidade. De certa forma, somos como a primeira Igreja, ela foi perseguida também”.

Gloria se diz emocionada quando sabe que pessoas em todo o mundo oram pela Síria. “Isso incentiva e me toca. Precisamos disso, é bom saber que o mundo está preocupado conosco e intercede por nós. É difícil. Vivemos em uma situação perigosa e há muito que fazer”. 
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoRegina Andrade
https://www.portasabertas.org.br/noticias/2014/11/cristaos_sirios_escolhem_ficar_no_pais