segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Grupo evangélico tenta evangelizar país inteiro em um único dia

Honduras é um pequeno pais com cerca de 8 milhões de habitantes.  É considerado um dos países mais violentos da América Central e vive um momento político delicado. Talvez por isso foi escolhido para hospedar o primeiro evento “Um dia, Uma nação”. Esse projeto de evangelização, como o nome indica, visa levar o Evangelho a todos os moradores de uma nação no mesmo dia (20/7).
Os organizadores acreditam que essa estratégia pode dar certo nos demais países do continente americano.  O nome se baseia numa profecia do Livro de Isaías, no Antigo Testamento (Isaías 66:8).
Tudo começou com uma equipe formada por 2.000 missionários de curto prazo, que se espalharam por todo o país numa “invasão gospel” durante toda a semana do evento. O objetivo era “saturar Honduras com o evangelho”. Todos os evangélicos do país foram convidados a se juntar aos missionários e compartilhar sua fé com o maior número de pessoas, além de realizarem eventos em escolas locais e a realização de clínicas médicas gratuitas.
Programa especiais de TV e rádio foram ao ar no dia 20. O governo declarou que o dia seria um feriado nacional. Cultos simultâneos foram realizados em 19 estádios de futebol, convidando todo o país para seguir a Jesus Cristo.
Embora seja difícil medir os resultados, para muitos pastores locais, foi uma resposta à oração.
“Este país está sofrendo muito”, admitiu o pastor Rigoberto Galvez, dizendo que é a época perfeita para levar a mensagem. O missionário Miguel Alvarez, que trabalha em Honduras há muitos anos, ficou impressionado. “É possível! Este é um milagre que vai acontecer neste momento histórico”, disse. “Uma nação inteira pode ser salva em um dia? Eu posso dizer que sim, é possível!”
O presidente de Honduras, Porfirio Lobo apoiou o evento desde o início. Em um pronunciamento público, declarou: “A verdadeira solução para os problemas de Honduras é, antes de tudo, compreender que Deus é quem decide e ordena tudo.” Com informações CBN.
Confira o site do evento: www.1nation1day.com

A Nation Saved in a Day from Missions.Me on Vimeo.

http://noticias.gospelprime.com.br/um-dia-uma-nacao/

Brasil é o segundo país com mais missionários no mundo


Brasil é o segundo país com mais missionários no mundoBrasil é o segundo país com mais missionários no mundo
Um estudo realizado pelo Centro Mundial para o Estudo do Cristianismo (Center for the Study of Global Christianity – CSGC) revelou que o Brasil é o segundo país com mais missionários no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
De acordo com esta pesquisa em 2010 mais de 400 mil missionários deixaram seus países para evangelizar em outras partes do mundo, os Estados Unidos enviaram 127 mil e o Brasil 34 mil missionários.
A França e a Espanha empatam ocupando o 3º e 4º lugar, respectivamente, com 21 mil missionários enviados. Itália e Coreia do Sul ficam em 5º e 6º lugar 20 mil voluntários que estão levando a palavra de Deus para outros povos. Reino Unido, Alemanha, Índia e Canadá seguem a lista.
Apesar de estes dados terem muita importância, o estudo mostrou que “os dez países que mais enviaram missionários internacionais em 2010 são os países de origem de 32% dos membros cristãos do mundo, mas enviaram quase 73% dos missionários internacionais”.
Esse desequilíbrio mostrado pela pesquisa percebe que os mesmo países que enviam missionários são os que pouco evangelizam sua própria população.
Outro dado levantado pelo CSGC é que a grande maioria desses missionários deixam seus países e visitam nações que já possuem a maioria de habitantes como cristãos. Enquanto isso os países com a maioria da população não cristã receberam em 2010 apenas 9% dos missionários. Vale lembrar que tais países restringem o trabalho missionário, o que dificulta a entrada de cristãos nessas localidades
.por Leiliane Roberta Lopes
http://noticias.gospelprime.com.br/brasil-pais-missionarios-mundo/

sábado, 13 de julho de 2013

Portas Abertas realiza campanha de oração pela Igreja no mundo muçulmano

Durante todo o mês de julho o ministério Portas Abertas estará realizando uma campanha de oração pela Igreja no mundo muçulmano. Todos os dias o site do ministério mostra o testemunho de um cristão que tem sobrevivido a ambientes hostis, enfrentando muitas dificuldades.
Entre os testemunhos mostrados encontramos o de Mohammed Khalil Khidir e sua esposa que fugiram do Sudão e foram morar no Egito, fugindo da perseguição religiosa.
Mas a sogra de Mohammed levou sua esposa e filhos de volta para o Sudão e a fez assinar um pedido de divórcio alegando que por ela ser muçulmana, não poderia continuar casada com um cristão.
Com a sentença do divórcio ele foi impedido de ver seus filhos e mais tarde foi processado por apostasia, já que ele abandonou o islamismo para se tornar cristão. Esse crime no Sudão é passível de morte. Khalil ainda não foi julgado e por isto pede oração para os cristãos.
“Quero que o mundo saiba. Que crime cometi? Serei condenado porque me tornei cristão”, disse ele. O caso será julgado pelo tribunal penal que pode assinar por sua pena de morte.
Os pedidos de oração por esta causa são:
Ore para que Khalil tenha o direito de rever seus filhos.
Peça a Deus que proteja Khalil de qualquer ato de injustiça nos tribunais do país.

http://noticias.gospelprime.com.br/portas-abertas-oracao-igreja-muculmanos/

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Devocional de 12 de Julho

E não nos cansemos de fazer o bem.
Gálatas 6:9


Quando somos maltratados, nossa resposta animal é partir para a caça. Instintivamente, dobramos nossos punhos. Partir para a desforra é natural. O que, por acaso, é exatamente o problema. A vingança é natural, não espiritual. Partir para a desforra é a lei da selva. Distribuir a graça é a lei do reino ...
Perdoar alguém é admitir nossos limites. Só recebemos uma peça do quebra-cabeça da vida. Somente Deus tem a tampa da caixa.

Max Lucado

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Junta de Missões Mundiais celebra 106 anos de trabalhos

Missionários e pastores se reuniram para comemorar os frutos colhidos ao longo dos anos em diversos países do mundo.
Na última quarta-feira (3) a Junta de Missões Mundiais, da Convenção Batista Brasileira, realizou um culto de gratidão para celebrar os 106 anos de trabalhos, agradecendo ao Senhor pelo cumprimento da missão de levar a mensagem do evangelho para as nações.
O culto aconteceu na capela do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (STBSB), no Rio de Janeiro, e teve a participação do pastor Hans Udo Fachs, coordenador de Missões Mundiais para a África. Além de ministrar uma palavra ele realizou uma dinâmica com os colaboradores, cada um precisou recitar um versículo que trouxesse inspiração para testemunhar o Evangelho.
O missionário mobilizador no Rio de Janeiro, pastor Antônio Galvão, participou dessa dinâmica e recitou o versículo de 2Timóteo 1.12: “Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia”.
Galvão serviu como missionário em diversos países: Paraguai, Argentina, Espanha, Moçambique e Zimbábue. Ele foi o primeiro missionário adotado por uma igreja através do Programa Adoção Missionária, sendo um testemunho vivo do trabalho desenvolvido pela JMM.
Criada em Salvador durante a 1ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira, a Junta de Missões Mundiais já teve sua sede em Recife (PE) e desde 1929 está sediada no Rio de Janeiro.
Muitos missionários trabalham na sede e para eles o pastor Galvão deixou um recado: “Eu gostaria de dizer que vocês, aqui na sede, são mais que missionários, pois estão no suporte, no apoio. Cada um de vocês deve se sentir mesmo um grande missionário”.
O trabalho dos colaboradores locais também foi homenageado pelo pastor Alexandre Peixoto, gerente de Missões, que aproveitou o momento para declarar que a JMM pertence a Deus.
Para conhecer mais e contribuir com esta obra acesse o site www.jmm.org.br.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Diário de bordo: Coreia do Norte – Parte 2


Diário de bordo: Coreia do Norte – Parte 2


A Portas Abertas teve acesso ao relato de uma brasileira que viajou recentemente para a Coreia do Norte. Número 1 na Classificação de países por perseguição, esse é o lugar onde é mais difícil ser cristão. Em meio às tensões políticas da atualidade, leia o testemunho de quem esteve lá e viu como as coisas funcionam realmente. Confira a segunda parte dessa experiência
3º dia – Hoje foi um dia muito pesado. Visitamos o museu da guerra. O passado ainda é muito vivo na memória do povo, um passado traumático que reflete em todas as ações nos dias atuais. Os guias sempre perguntam aos norte-americanos se eles estão bem, diante dos relatos das atrocidades cometidas no passado pelos Estados Unidos, eles dizem que não tem nada contra os cidadãos norte-americanos, apenas contra o governo.
Seguimos viagem para Kaesong, uma cidadezinha muito bonita, com muitas crianças em todo o caminho. Encontramos algumas crianças em seu primeiro dia de aula e nos foi permitido tirar foto com elas, cada pequeno contato é muito especial.
4º dia – Hoje visitamos o museu onde foi assinado o armistício. Um norte americano tirou uma foto apertando a mão de um soldado. Fomos acompanhados por soldados em nosso ônibus durante todo um trajeto onde há militares.
Passamos rapidamente por alguns pontos turísticos, a líder de nossa equipe nos indicou os lugares onde havia ocorrido o grande avivamento do passado, desse modo, oramos e cantamos nestes lugares. Nossos guias turísticos sempre esperavam e respeitavam estes momentos. Uma vez, um guia até disse que seria bom orar por paz em determinado lugar.
Após isso, fomos ao paralelo 38, na linha que divide as duas Coréias. Havia mais soldados do lado Sul do que o normal e uma movimentação de jornalistas. Afastamos-nos um pouco do local e oramos por paz, depois cantamos "He is Lord". Podia-se sentir a tensão e opressão no local.
No final da tarde retornamos a Pyongyang, fomos a um circo. O espetáculo foi muito bom, os coreanos são realmente disciplinados e engraçados como palhaços.
5 º dia - Assim como a chuva e a neve descem dos céus e não voltam para ele sem regarem a terra e fazerem-na brotar e florescer, para ela produzir semente para o semeador e pão para o que come, assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei.  Isaías 55:10-11
Deus trouxe esse texto ao meu coração pela manhã. Cremos que o propósito para o qual viemos foi atingido, é preciso paciência para aguardar a colheita.
Visitamos uma grande biblioteca, um hospital maternidade e lá oramos pelas famílias e bebes. No período da tarde, fomos a uma escola. Assistimos as apresentações de música e dança das crianças, em certo momento elas nos convidaram a dançar com elas. Foi muito especial. No final cantamos "Yes, Jesus loves me", me senti muito encorajada em estar com as crianças e cantar sobre Jesus para elas, mesmo cantando em inglês. Sei que embora elas não tenham compreendido a letra, Deus agiu naquele lugar.
6º dia – Dia da partida. Tivemos nosso grupo de oração e me senti mal, com uma dor enorme no coração pelos norte-coreanos, choramos e oramos juntos, até que o mal estar foi passando. Senti uma um peso de batalha espiritual enorme nessa manhã. Mas Deus nos trouxe esperança para o futuro e compartilhou uma visão com o nosso grupo.
Retornamos a China de trem, enquanto que os norte-americanos tiveram que retornar de avião, pois assim era mais fácil para serem controlados.
Saio do país com o coração grato a Deus por ter nos trazido neste momento.
Tivemos acesso aos lugares que contribuíam para a boa imagem da nação, mas ao mesmo tempo não foi possível esconder a pobreza e sofrimento da população no trajeto para o interior. Deixo a Coréia do Norte, com a certeza de que um dia vou retornar para contribuir com a propagação do Reino de Deus neste lugar. Amo os norte coreanos e agora mais do que nunca me sinto parte deste povo, sinto as suas dores e as suas alegrias.

Diário de bordo: Coreia do Norte – Parte 1


Diário de bordo: Coreia do Norte – Parte 1


A Portas Abertas teve acesso ao relato de uma brasileira que viajou recentemente para a Coreia do Norte. Número 1 na Classificação de países por perseguição, esse é o lugar onde é mais difícil ser cristão. Em meio às tensões políticas da atualidade, leia o testemunho de quem esteve lá e viu como as coisas funcionam realmente. Confira a primeira parte dessa experiência

1º dia – Finalmente chegou o grande dia. O dia de entrar no país pelo qual orei desde os 17 anos. Mal posso acreditar no que os meus olhos estão vendo. Entramos na Coreia do Norte conscientes da tensão política e possibilidade de guerra, no entanto, não há dúvida de que Deus nos trouxe nesse momento, por algum motivo.

Chegamos ao aeroporto e os guias turísticos nos esperavam com toda simpatia, fiquei maravilhada por estar no meio dos norte-coreanos. Em nosso caminho até o hotel, Mrs. O, nossa principal guia, foi nos apresentando Pyongyang, o clima é cinzento, e se vê em toda parte homens e mulheres trabalhando em pequenas obras nas calçadas. Nossa guia turística é como uma garota propaganda da Coreia do Norte e sempre nos lembra dos grandes líderes em suas explicações. Ela também nos orientou quanto aos lugares permitidos para fotografar. Nossos dois guias e motorista são extremamente simpáticos, um dos guias é muito engraçado e divertido.
Hoje em nosso primeiro contato com Mrs. O e Mr. O, a líder do grupo que já os conhecia de outras viagens, conversou com eles o seguinte: "Nós somos um grupo de viajantes cristãos, e viemos ao país neste momento porque somos amigos do povo norte coreano nos bons e maus momentos, viemos para orar pela paz da nação, está tudo bem para vocês?" Eles disseram que sim e respeitaram.

2º dia - Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite. Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz. Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Salmos 19:1-4

Visitamos uma igreja de fachada, cantamos Amazing Grace. Visitamos também a torre juche e grandes monumentos. Um guia contou a uma viajante da equipe, que a aceitação da ideologia juche já não é mais de 100 %. Por isso temos orado pela nova geração, temos muita esperança neles.
Conhecemos a casa onde Kim Il Sung cresceu. O lugar tornou-se venerado por contar a história de um passado humilde com o qual a população pode se identificar. Alguém tirou uma foto que apareceu só a metade da fotografia dos pais do líder, nossa guia pediu para que a pessoa fotografasse novamente.
Seguimos viagem para Nampho, em todo o caminho, de dentro do ônibus, cumprimentamos as pessoas, as crianças, e a maioria aparenta ficar alegre e correspondem os nossos sorrisos e cumprimentos. Como não estamos tendo muito contato com a população, não é possível saber como eles estão se sentindo em relação a ameaça de guerra. Parecem estar vivendo a vida normalmente. Apenas nossos guias turísticos demonstram preocupação quando indagamos sobre a questão. Vez por outra, a energia elétrica falha, isso me dá a impressão de que tudo pode estar acontecendo enquanto nós estamos aqui afastados da cidade.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/04/2451799/