sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Líbano: refugiados cristãos podem ser os mais afetados pela fome

 

A Portas Abertas investiga maneiras para assistir melhor os atingidos pela explosão na capital do Líbano

Famílias refugiadas já enfrentam uma grave crise de fome e desemprego no Líbano

Famílias refugiadas já enfrentam uma grave crise de fome e desemprego no Líbano

O mundo ficou impactado com a dimensão da explosão que afetou o Líbano, no dia 4 de agosto. De acordo com as autoridades, tudo começou com um incêndio em um depósito que armazenava uma grande quantidade de nitrato de amônia, no porto da capital Beirute. Além da destruição dos edifícios na região, o incidente deixou até agora 157 mortos, 5 mil feridos e 300 mil desabrigados.

A situação do país já não era fácil pelas questões políticas e instabilidade econômica. Porém, o incidente pode agravar a fome que muitos já enfrentam, porque alimentos e outros itens básicos para a sobrevivência foram destruídos com a explosão. O ministro da Economia do Líbano, Raoul Nehme, informou à Reuters que o país possui um estoque de grãos para alimentar a população por três meses.

As igrejas locais estão sobrecarregadas, mas permanecem assistindo aos necessitados que surgem. A Portas Abertas também tem parcerias em projetos que servem cristãos refugiados no Líbano. Mas nenhum deles foi atingido diretamente pelo incidente. Entretanto, já está em estudo como a organização internacional pode fazer a diferença neste momento delicado do país.

Hoje, o território abriga o maior número de refugiados no mundo, 976 mil deles são da Síria. Segundo o Relatório do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, 55% dos sírios sobrevive com menos de 2,90 dólares por dia, um valor considerado abaixo da linha da pobreza pelo Banco Mundial.

Pedidos de oração

  • Interceda pelo Líbano, para que Deus tenha misericórdia da população e supra suas necessidades.
  • Ore para que as igrejas locais consigam demonstrar o amor de Cristo neste momento e que mais pessoas se entreguem a Jesus.
  • Clame para que os parceiros da Portas Abertas tenham sabedoria e recursos para assistir aos necessitados.
  • Peça que os governantes temam a Deus e trabalhem para que a população seja beneficiada.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Milhões se convertem no Irã após assistir programas de TV via satélite

Milhões se convertem no Irã após assistir programas de TV
Quem viu pela televisão as imagens dos protestos no Irã nas últimas semanas talvez não entendeu tudo o que está acontecendo. Pelo menos 21 pessoas morreram em confrontos com a polícia e mais de 1000 foram presos. As agências de notícias falaram muito sobre as manifestações serem por questões econômicas e contra decisões do governo.
Contudo, em grande parte a questão religiosa foi ignorada. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostravam que as pessoas estão fartas da teocracia islâmica.
O missionário Mike Ansari diz que a turbulência política está criando oportunidades únicas para compartilhar o amor de Cristo. Ele é presidente dos Ministérios Heart4Iran [Coração pelo Irã], que trabalha junto a 86 ministérios diferentes, com o objetivo de servir e abençoar o povo do Irã.
Ele diz que grande parte do que está realmente acontecendo dentro da nação islâmica não é vista pelo mundo por causa da censura à internet. “Deus está trabalhando no Irã”, declarou Ansari. “Jesus está edificando sua igreja, o Espírito Santo está transformando vidas e o evangelho se espalhando”, explica.
O Heart4Iran é responsável pelo canal Mohabat, que em 2006 tornou-se o primeiro a transmitir 24 horas de programação evangelística em farsi, língua falada no Irã. Hoje, existem outros três canais de televisão por satélite que transmitem programação cristã para o Irã.
“Essas transmissões de TV desempenharam um papel vital no sucesso do movimento subterrâneo da igreja doméstica”, explica Ansari.
Recentemente, 20 iranianos, muitos dos quais aceitaram Cristo após assistirem programas da Mohabat, viajaram para um local não revelado para serem batizados.
Para o experiente missionário, as igrejas domésticas do Irã estão vivendo um crescimento explosivo, assim como milhares de habitantes do Oriente Médio que estão abandonando o Islã para seguir a Jesus.
“De acordo com a Missão Mundial, a igreja subterrânea do Irã é uma das igrejas de crescimento mais rápido do mundo”, aponta Ansari, que completa: “A maioria dos líderes cristãos iranianos acreditam que o movimento das igrejas em casa é que sustenta o cristianismo dentro deste país”.
O repórter George Thomas, da CBN, entrevistou Mike Ansari recentemente, o missionário disse que um dos motivos para o crescimento do cristianismo no Irã é por que o povo está desiludido com o islamismo e eles estão procurando respostas para o sentido da vida. “Eles estão procurando por novas respostas, não estão satisfeitos com sua condição espiritual. Além disso, parece que um grande número deles está realmente tendo sonhos e visões sobre um homem brilhante, vestido de branco, muito antes de nós começarmos a lhes falar sobre Jesus”.
Ansari diz que após quase 40 anos do regime islâmico, “o iraniano médio está percebendo que o islamismo está falido e o Islã não consegue dar as respostas para os dilemas com os quais eles estão lidando, em especial os mais jovens”.
Enfatizou também que “cerca de 16 milhões de iranianos nos últimos 12 meses viram um ou mais dos nossos programas na televisão por satélite e também em seus dispositivos móveis (celulares e tablets). Isso significa aproximadamente 20% da população do Irã e esse é um número irresistível. Nos últimos 11 anos, desde que lançamos nosso canal para o Irã, tivemos um aumento de mais de 400% na audiência o que, para nós, foi absolutamente fenomenal”.
Encerrou dizendo que o canal de TV tem um call center, para onde as pessoas podem ligar gratuitamente para saber mais sobre Jesus. Segundo os registros, são em média 700 contatos por dia. Todos recebem uma oportunidade de aceitar a Jesus, o que lhes permitiu computar 3 decisões a cada hora de agora ex-muçulmanos.
https://noticias.gospelprime.com.br/milhoes-se-convertem-no-ira-apos-assistir-programas-de-tv-via-satelite/

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Evo Morales suspende criminalização das igrejas

Em diversas oportunidades, pastores convocaram os membros das igrejas para jejuns e orações. Agora suas orações estão sendo respondidas.

Orações atendidas: Evo Morales suspende criminalização das igrejas
O portal Gospel Prime foi o primeiro site em português a anunciar a tentativa do governo comunista da Bolívia em criminalizar a evangelização. Agora anunciamos a decisão do presidente Evo Morales de suspender a implantação do Novo Código Penal.
Após mais de um mês de protestos, marchas, conflitos com a polícia, e campanhas de oração, o presidente deu uma entrevista neste domingo na televisão da Bolívia, onde afirmou: “Para evitar que a direita use o Código para desestabilizar o Estado, decidimos revogar todo o Código Penal”.
Morales enviará o pedido formal à Assembléia Legislativa para suspender completamente o Código de Sistema Penal e evitar que haja mais protestos. Ele afirmou que ouviu “a preocupação das organizações sociais” e decidiu tomar a decisão, “para evitar a confusão e o medo baseado em mentiras nas redes sociais”.
O anúncio de Evo foi feito na véspera do aniversário de 12 anos de seu mandato. Porém, deixou claro que seu desejo é “elaborar outra norma, com o consenso dos setores sociais”.
Nas últimas semanas, grande parte da sociedade boliviana vinha protestando contra as limitações das liberdades individuais, pois o governo de Morales impunha censura à imprensa e, na prática, criminalizava atividades da igreja como a evangelização.
Nos primeiros dias após o Código ser anunciado, lideranças evangélicas e católicas fizeram muita pressão junto ao público, em um país onde cerca de 90% da população é cristã. Em diversas oportunidades, pastores convocaram os membros das igrejas para jejuns e orações. Agora suas orações estão sendo respondidas. Com informações EL DEBER
https://noticias.gospelprime.com.br/oracoes-atendidas-evo-morales-suspende-criminalizacao-das-igrejas/

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Trump envia U$ 55 milhões para ajudar cristãos perseguidos





Trump envia U$ 55 milhões para ajudar cristãos perseguidos

Em outubro de 2017, o vice-presidente dos EUA Mike Pence anunciou que a administração Trump estava mudando sua política de ajuda a nações estrangeiras e iria parar de esperar que a ONU administrasse suas doações.
Agora, o governo dos Estados Unidos anunciou que dará um ajuda direta aos cristãos perseguidos no Iraque, que se esforçam para reconstruir suas vidas, após as planícies de Nínive ficarem livres do Estado Islâmico.
No passado, a ONU reconheceu o genocídio de yazidis na região, mas se recusou a fazer o mesmo com os cristãos. Apesar de prometer ajuda, ela nunca chegou.
A Casa Branca também anunciou que está aceitando propostas de organizações privadas no Iraque para receberem assistência direta do governo americano para reconstrução de casas, e restauração dos serviços que proveem água, eletricidade, esgoto, saúde e educação.
A Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID na sigla original), órgão oficial do governo dos EUA, doou US $ 55 milhões para o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Estabilização no Iraque, que “atende às necessidades das minorias religiosas e étnicas vulneráveis”. A verba faz parte de um repasse de 75 milhões para a ONU, que precisará prestar contas de como o dinheiro será aplicado.
A decisão mostra a disposição dos EUA em garantir que as verbas para as minorias religiosas sejam gastas de forma eficaz. A maior parte do orçamento da ONU é investida com a agência que cuida dos refugiados islâmicos.

Clamor por ajuda

Logo que foi declarado presidente dos EUA, antes mesmo de assumir o posto, Donald Trump começou a ouvir pedidos diretos de ajuda vindo de líderes cristãos iraquianos.
Mike Pence, um evangélico comprometido, garantiu várias vezes que o governo estava ciente do que ocorria nas regiões dominadas pelos jihadistas, onde cristãos eram perseguidos e executados simplesmente por causa da sua fé.
Via de regra, a queixa era como os membros das minorias religiosas do Oriente Médio eram ignorados pelos programas de assistência das Nações Unidas. Segundo Pence, os moradores das Planície de Nínive tiveram “menos de 2% de suas necessidades contempladas” e a grande maioria dos cristãos e yazidis permaneciam em abrigos temporários.
A especialista em direitos humanos Nina Shea, que já escreveu livros sobre a perseguição dos cristãos, disse que, mesmo com supervisão, a decisão do governo Trump em entregar verbas à ONU é temerária: “Os programas de apoio da ONU sempre foram mal administrados, não são transparentes e deliberadamente minimizaram o impacto do genocídio das minorias cristãs e yazidi nos últimos anos”.
O conselheiro da USAID Tom Staal afirmou que, além de um controle mais rígido das operações da ONU na região, o gabinete de Trump irá permitir que ONGs que trabalham na região se candidatem a receber ajuda financeira para ajudar a reconstruir as comunidades religiosas minoritárias, num trabalho completamente independente das Nações Unidas.
A Fox News informou que os novos termos de trabalho da USAID com a ONU foram negociados pela embaixadora dos EUA na ONU Nikki Haley, uma evangélica comprometida que sempre defendeu a liberdade religiosaCom informações Christian Post
https://noticias.gospelprime.com.br/trump-envia-u-55-milhoes-para-ajudar-cristaos-perseguidos/

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Regime de Evo Morales criminalizará a evangelização Bolívia

Regime de Evo Morales criminalizará a evangelização Bolívia
Lideranças evangélicas e católicas da Bolívia estão denunciando a tentativa do presidente Evo Morales criminalizar a evangelização. O “Novo Código do Sistema Criminal” boliviano, proposto em dezembro e que deve ser aprovado em breve, trouxe uma série de mudanças na legislação, visando se conformar à visão bolivariana de sociedade.
Bispos católicos e pastores de diferentes igrejas evangélicas chamam atenção o artigo 88, que prevê com prisão de sete (7) a doze (12). O problema é que seu 12º parágrafo caracteriza como crime “o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto”.
Nesta segunda-feira (8), centenas de evangélicos fizeram manifestações na capital La Paz. Além dos líderes religiosos, também protestam os advogados e os jornalistas. Eles denunciam que o Novo Código do Sistema Criminal acaba com a liberdade de imprensa nos artigos 309, 310 e 311, que tratam de “injúria e difamação”. Na prática, eles preveem prisão para quem fizer denúncias contra o governo e os políticos bolivianos.
O argumento central do governo boliviano é que a liberdade de expressão (seja ela religiosa ou na imprensa) é uma “concessão de Estado”. Esse é um pensamento típico das ditaduras, que aproxima mais ainda a Bolívia da Venezuela, que compartilha do mesmo ideal “bolivariano” – que nada mais é uma forma latino-americana de comunismo.
Um grupo de representantes da associação Igrejas Evangélicas Unidas revelou fez um ato em frente ao Palácio do Governo e à Assembleia Legislativa, que deverá aprovar as mudanças propostas por Evo Morales. Eles divulgaram uma declaração onde exigem “a revogação total do Novo Código do Sistema Criminal”.
Susana Inch, assessora jurídica da Conferência Episcopal Boliviana (CEB), disse que “Há uma forte preocupação na Igreja Católica e em todas as instâncias religiosas por causa do conjunto de leis que estão gerando ambiguidades, onde os direitos fundamentais das pessoas podem ser afetados… resultando em uma perseguição injustificada”.

Campanha de oração

Segundo os pastores, o artigo 88 dá margem a interpretações de que qualquer atividade de evangelização seja criminalizada. Também dizem que isso inviabiliza o trabalho com pessoas que recebem nos centros de recuperação de alcoolismo e dependência de drogas dirigido por religiosos.
As propostas da nova lei contradizem o artigo 4 da Constituição da Bolívia, que prevê a liberdade de culto. No entendimento dos líderes religiosos, toda manifestação fora dos templos estaria sujeita à censura, o que impediria, por exemplo, retiros de igrejas, procissões ou caminhadas do tipo “Marcha para Jesus”.
Chamam a atenção também para as “restrições à realização de atividades em grupo”, contempladas na nova legislação, que poderia resultar na intromissão do governo nas atividades das igrejas, como cultos.
O pastor Miguel Machaca Monroy, presidente das Igrejas Evangélicas de La Paz, acredita que a formulação desta lei os impedirá de pregar e evangelizar nas ruas. Por isso, eles estão fazendo uma campanha de oração e jejum em favor do país.
A liderança da Assembleia de Deus da Bolívia emitiu um pronunciamento, dizendo que o país se encontra em uma “situação de emergência, que pelo visto é gravíssima”. Os pastores também são contrários ao artigo 157, que legaliza do aborto. Com informações de La Razón e Los Tiempos
https://noticias.gospelprime.com.br/regime-de-evo-morales-tornara-evangelizacao-um-crime-na-bolivia/

sábado, 30 de dezembro de 2017

Atentado terrorista em igreja no Egito deixa 10 mortos





Jihadistas entram atirando em igreja no Egito, deixando 10 mortos

Dois homens armados entraram atirando em uma igreja egípcia ao sul da capital Cairo. O ataque terrorista deixou ao menos dez mortos nesta sexta-feira (29). Um dos agressores foi morto pelas forças de segurança. Segundo testemunhas, os jihadistas carregavam explosivos, mas não conseguiram detoná-los.
O atentado ocorreu na igreja copta Mar Mina, no distrito de Helwan, onde sabidamente há várias células do Estado Islâmico, noticiou a agência estatal de notícias Mena. O Ministério da Saúde informou que entre as vítimas estão dois policiais que tentaram impedir o atentado.
Samir Gerges, que estava no local, disse que os fiéis tentaram fechar as portas do templo quando o tiroteio começou, mas vários caíram mortos ali mesmo.
As autoridades fecharam a área em torno da igreja. Os policiais aprenderam um possível cúmplice, que tentava escapar após o ataque.
Em vídeos postados nas redes sociais é possível ver um homem barbudo, com uma jaqueta cheia de munição, estendido no chão, sendo algemado pelos policiais.
O acesso à igreja foi interditado pela Polícia, enquanto a perícia examina a região. Até agora, nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. Os líderes coptas dizem que já esperavam novos ataques pois as ameaças de extremistas vem aumentando.
Na semana passada, uma centena de manifestantes muçulmanos invadiu uma igreja ao sul de Cairo, destruindo parcialmente o local e ferindo três pessoas. Os manifestantes gritavam palavras de ordem anticristãs.
A minoria cristã copta, que são cerca de 10 por cento dos egípcios, tem sido regularmente alvo de extremistas islâmicos nos últimos anos. Com informações das agências
https://noticias.gospelprime.com.br/jihadistas-entram-atirando-em-igreja-do-egito-deixando-10-mortos/

terça-feira, 7 de novembro de 2017

China expulsa quase mil missionários e pastores

China expulsa quase mil missionários e pastores
Dando continuidade ao projeto do Partido Comunista da China, que apoia o regime da Coreia do Norte, três províncias chinesas expulsaram quase 1000 missionários e pastores. A grande maioria são cristãos sul-coreanos que ajudavam os desertores norte-coreanos.
O governo comunista do país continua com sua repressão contra atividades religiosas, de acordo com um relatório publicado nesta segunda-feira (6/11). Desde o final do ano passado, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang no nordeste da China vêm identificando e deportando os pastores além de tentar fechar suas igrejas, de acordo com o jornal britânico Express.
Em Changchun, capital da província de Jilin, todas as igrejas lideradas por sul-coreanos foram fechadas de vez. Essa expulsão de líderes cristãos estrangeiros, sobretudo sul-coreanos faz parte do plano chinês de implementar novos regulamentos sobre assuntos religiosos. O objetivo declarado é “erradicar o extremismo” até 1 de fevereiro de 2018.
Estão previstas pesadas multas para quem organizar “atividades religiosas não aprovadas” (US $ 45.200) e para os que ofereceram um local para “eventos religiosos ilegais” (US $ 30.100).
Bob Fu, fundador e presidente da Missão China Aid, uma organização que combate a perseguição aos cristãos na China, disse ao Christian Post que “a cúpula do governo chinês está cada vez mais preocupada com o rápido crescimento da fé cristã, sua presença pública e sua influência social. Trata-se de um medo político do Partido Comunista, uma vez que o número de cristãos no país já superou em muito o de membros do Partido“.
Sob a liderança do presidente Xi Jinping, que está no poder desde 2013, multiplicaram-se as medidas contrárias aos cristãos. Desde a revolução comunista de 1949. Um número recorde de igrejas “subterrâneas” foram invadidas, centenas de pastores foram presos, templos foram derrubados e multiplicaram-se as denúncias de torturas e violências contra os cristãos em todo o país. Traduzido em números, calcula-se que a perseguição religiosa na China cresceu 700% na última década.
Segundo foi informado no mês passado, o Partido Comunista pretende manter Xi no poder até 2022, quando termina seu segundo mandato.

https://noticias.gospelprime.com.br/china-expulsa-quase-mil-missionarios-e-pastores/

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Jihadistas já mataram 500 líderes cristãos na Nigéria

Jihadistas já mataram 500 líderes cristãos na Nigéria
Um bispo católico na Nigéria está denunciando que os jihadistas do Boko Haram mataram pelo menos 500 sacerdotes nos últimos anos. Em um relatório divulgado pela diocese de Maiduguri, consta que somente em 2014, quando juraram lealdade ao Estado Islâmico, os extremistas incendiaram 250 igrejas no Nordeste do país.
O bispo Oliver Doeme lembra que o grupo terrorista ataca todos os não islâmicos, tendo expulsado recentemente cerca de 80 mil católicos de suas casas, enquanto mais de 60 mil fugiram para o vizinho Camarões. Os principais locais da perseguição religiosa são os estados de Adamawa, Yobe e Borno.
Apesar de elogiar os esforços do exército nigeriano, que combate os insurgentes em várias frentes, ele ressalta: “a batalha contra Boko Haram não deve se limita ao domínio físico, mas precisa ser combatida no reino espiritual, pois é um ataque demoníaco”.
Doeme pede a união de todos os grupos cristãos do país, uma vez que há uma guerra religiosa que já deixou cerca de 100.000 mortos e mais de 2 milhões de refugiados dentro do próprio território.
Metade dos 170 milhões de habitantes da Nigéria professam o cristianismo. É o segundo país com o maior número de evangélicos do planeta, com 60 milhões de fiéis. Os católicos são cerca de 20 milhões. Os islâmicos no país são cerca de 80 milhões.
A administração do presidente Donald Trump recentemente manifestou sua intenção de  vender 12 aeronaves de ataque leve à Nigéria, que seriam usadas na luta contra Boko Haram. O negócio está encaminhado há alguns meses, mas fora cancelada pelo ex-presidente Barack Obama em janeiro. Com informações Christian Times
disponível em: https://noticias.gospelprime.com.br/jihadistas-ja-mataram-500-lideres-cristaos-na-nigeria/

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Líder do EI tenta matar um missionário, mas é impedido por Jesus


Líder do EI tenta matar um missionário, mas é impedido por JesusLíder do EI tenta matar um missionário, mas é impedido por Jesus
O ministério Leading The Way foi fundado pelo Dr. Joseph Youssef, um ex-muçulmano egípcio que se tornou pastor. Ele transmite via satélite vários programas voltados para a população islâmica do Oriente Médio.
Muhammad (nome trocado por questões de segurança) era um líder de alto escalão do Estado Islâmico. Certo dia ele assistiu a um dos programas e se revoltou. Decidiu que iria matar aqueles homens que tentavam fazer os muçulmanos trocarem Maomé por Jesus.
O jihadista ligou para o número que aparecia na tela, da central de atendimento. “Preciso me encontrar com você”, disse ele ao missionário Peter (nome trocado por questões de segurança), que atendeu o telefonema. Era um dos líderes da equipe de acompanhamento da Leading The Way.
Experiente, Peter sabia que não deveria concordar em se encontrar pessoalmente com ninguém que ele não conheça.  Contudo, disse ter entendido da parte de Deus que deveria abrir uma exceção. Conta que ouviu uma voz lhe dizendo: “Desta vez é diferente. Vá e se encontro com este homem. Seja ousado com ele”.
Quando o missionário se encontrou com Muhammad logo anunciou o Evangelho e falou sobre condenação e salvação. O muçulmano não tomou decisão alguma e relata que o ódio que sentia foi sumindo. Algum tempo depois, teve um sonho onde Jesus revelou-se e lhe trouxe  grande convicção de que precisava mudar sua vida.
Na manhã seguinte, Muhammad decidiu raspar a barba – o símbolo de sua devoção radical ao Islã. Estava decidido a seguir a Cristo. Sem saber como fazer isso, ligou para Peter mais uma vez, desesperado para encontrá-lo.
O missionário concordou. “Peter, eu tenho uma confissão”,  Muhammad foi logo dizendo. “A primeira vez que nos encontramos eu pretendia matá-lo. Me perdoe”. Caiu então de joelhos e  se arrependeu diante do Senhor.
O ex-líder do Estado Islâmico tomou essa decisão há algumas semanas. Ele foi discipulado, batizado e já está servindo a Cristo onde mora, contando a todos por que mudou de vida. Está convicto que foi o Jesus que ele perseguia que o impediu de cometer outro crime.
Esse testemunho está sendo usado pela Leading The Way para pedir que cristãos do mundo todo orem pela situação no Oriente Médio. Com sucessivas derrotas no Iraque e na Síria, o Estado Islâmico está se esfacelando e muitos soldados estão sem rumo, buscando respostas. Isso pode ser uma grande oportunidade para que conheçam a Jesus.
https://noticias.gospelprime.com.br/lider-ei-matar-missionario-jesus/

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Cristãos são expulsos da Arábia Saudita por fazerem orações “não islâmicas”


Cristãos são expulsos da Arábia Saudita por fazerem orações “não islâmicas”Cristãos são expulsos da Arábia Saudita por fazerem orações
Arábia Saudita deportou este mês 27 cristãos estrangeiros simplesmente por que fizeram orações em casa. Segundo a rede de TV EWTN, o motivo para serem expulsos do país é que fizeram preces ‘não islâmicas’, o que é proibido pela sharia, lei religiosa baseada no Alcorão.
A maioria dos deportados eram mulheres. Algumas delas tiveram de levar seus filhos consigo. Não foi revelada sua nacionalidade, mas elas tinham ido para lá por causa de trabalho. A polícia religiosa invadiu o local após receber denúncias da prática considerada ilegal.
Em 2006, o governo saudita se comprometeu a parar de interferir com o culto privado dos não-muçulmanos. Na Arábia Saudita, as igrejas são proibidas e apostasia (abandono do Islã) é uma ofensa que pode levar à morte.
A professora Camille Eid, da Universidade de Milão, especialista em cristianismo no Oriente Médio, disse a um programa de TV italiano que os cristãos na Arábia Saudita sofrem todo tipo de perseguição.
“As autoridades dizem que os cristãos podem orar em privado, mas o que significa privado? Será que significa sozinho ou com sua família? Quando mais de dois, ou um grupo de famílias, estão orando juntas na privacidade da sua casa a polícia religiosa pode entrar e intervir e prendê-los?”, questiona.
Conta ainda que qualquer um visto usando uma cruz pode tê-la arrancada por um muçulmano, e não apenas policiais. Oficialmente existe 5.000 membros da polícia religiosa e não há igrejas, sinagogas ou templos de outras religiões no país que é berço do Islã.
Eid lembra o caso de uma menina saudita que se converteu ao cristianismo e escreveu um poema para Cristo. Quando foi descoberta, teve sua língua cortada, foi sequestrada e, depois de alguns dias, encontrada morta.
A Arábia Saudita é atualmente o número 14 na lista de anual de perseguição da Missão Portas Abertas. Segundo relatório recente, a internet ampliou o acesso à informação de todos os sauditas, inclusive sobre outras religiões. “O número de cristãos convertidos do islamismo e outras religiões está aumentando, juntamente com a sua ousadia em compartilhar sua nova fé”, diz a publicação. Com informações Christian Today
https://noticias.gospelprime.com.br/cristaos-expulsos-arabia-saudita-oracoes/

Homem ressuscita após oração e aldeia inteira se converte


Homem ressuscita após oração e aldeia inteira se converteHomem ressuscita após oração e aldeia se converte
Em uma aldeia remota no sudeste da Ásia, a morte de um líder consternou todos os moradores. Após os missionários evangélicos que estavam no local orarem e o homem ressuscitar, teve início um avivamento entre um povo antes não alcançado pelo evangelho.
O pastor David Platt, presidente da Junta de Missões dos Batistas norte-americanas contou essa história durante uma conferência e chamou atenção dos líderes presentes para o agir de Deus de maneiras inesperadas.
Platt afirma que ouviu esse relato de um missionário batista que vive na região. Um cristão que vive no sudeste asiático, levou alguns amigos com ele e começou a compartilhar sobre Jesus em uma aldeia “totalmente inalcançada pelo evangelho até eles terem chegado ali”.
A recepção dos moradores foi positiva e eles logo começaram a estudar a Bíblia e muitos creram na mensagem. Logo, seguindo o padrão do Novo Testamento, começaram a trazer seus ídolos, colares e amuletos usados em sua religião pagã. Tudo isso foi queimado no centro da aldeia, conta Platt.
Porém, dias depois alguns começaram a voltar às práticas antigas de paganismo. O motivo foi a morte do líder da aldeia, o que para alguns fora caudado pelos espíritos malignos que ficaram com raiva após veres a destruição dos “objetos sagrados”.
Um grupo de cristãos locais foi até onde repousava o corpo do líder morto e começaram a orar, pedindo “que Deus demonstrasse sua misericórdia para os habitantes da aldeia e que Deus revelasse sua glória e seu amor para que todos pudessem ver”, enfatizou Platt.
Algo inesperado aconteceu. Enquanto eles oravam, o homem tossiu uma vez. Todos que estavam presentes ficaram assustados. O homem voltou a tossir e voltou a respirar normalmente.
Segundo o norte-americano, as pessoas olhavam para os cristãos surpresas e se questionavam o que tinha acontecido. Os cristãos que oravam pelo líder começaram então a pregar o evangelho e nos dias seguintes, “as pessoas começaram a crer em Cristo e todos daquela aldeia queimaram de vez os seus ídolos”, enfatizou.
David Platt reconhece que não pode “provar” que o líder da aldeia tinha realmente morrido, pois não havia médios no local para confirmar. Porém, o líder batista afirma que as pessoas naquela região sabem reconhecer quando alguém está morto. E ainda que o homem não estivesse realmente morto, Deus escolheu um momento oportuno para que o homem tossisse.
Falando aos líderes presentes, Platt asseverou: “O que eu sei é que temos as boas novas de um Deus que venceu a morte e tem o poder para dizer aos mortos ‘Volte à vida’”.
Encerrou dizendo que este é um bom exemplo do que acontece “quando missionários compartilham o Evangelho com clareza, precisão e consistência bíblica”. Com informações de God Reports
https://noticias.gospelprime.com.br/homem-ressuscita-oracao-aldeia-converte/

Cristãos são crucificados, queimados e esmagados na Coreia do Norte


Cristãos são crucificados, queimados e esmagados na Coreia do NorteCristãos são crucificados e esmagados na Coreia do Norte
Os cristãos na Coreia do Norte enfrentam estupros, torturas, escravidão e são mortos simplesmente por causa da sua fé, comprova um novo e contundente relatório da Christian Solidarity Worldwide (CSW).
A CSW, ONG inglesa que luta pela liberdade publicou este mês o relatório “Total Negação: Violações de Liberdade de Religião ou Crença na Coreia do Norte”, que mostra como não existe liberdade de religião ou crença no país liderado pelo ditador Kim Jong-Un.
“As crenças religiosas são vistas como uma ameaça à fidelidade exigida pelo Líder Supremo, então qualquer pessoa que mantenha a fé acaba sendo severamente perseguida”, afirma o documento. “Os cristãos sofrem de modo significativo por que o partido comunista que lidera o país os rotula como antirrevolucionários e imperialistas.”
Entre os casos documentados de violência contra os cristãos há casos de pessoas “colocadas em uma cruz com uma fogueira embaixo, esmagados por um rolo compressor, jogados de cima de pontes e pisoteados até a morte”.
Outros crimes bárbaros incluem “execuções sem julgamento, extermínio, escravidão/trabalho forçado, transferência forçada de população, prisões arbitrárias, torturas, perseguição, sequestros, estupro e violência sexual, entre outros atos similares”.
Existe uma política de “culpa por associação”, em muitos casos, fazendo com que os parentes dos cristãos também sejam presos, mesmo que não professem a fé cristã, ressalta o relatório.
Embora oficialmente sejam conhecidos apenas 13.000 cristãos na Coreia do Norte, acredita-se que o número real seja muito maior. Existem 121 locais de culto religioso na Coreia do Norte, afirma o Centro de Dados dobre Direitos Humanos da Coreia do Norte, incluindo 64 templos budistas, 52 templos Cheondoista, três igrejas protestantes, uma catedral católica e uma igreja ortodoxa russa.
As cinco igrejas ficam na capital, Pyongyang, no entanto, analistas acreditam que elas servem apenas para tentar mostrar uma boa imagem da Coreia do Norte diante da comunidade internacional, pois não há cultos.
Segundo informações de missões, existem 500 igrejas domésticas na Coreia do Norte, formadas principalmente por pessoas cujas famílias eram cristãos antes de 1950 – início da Guerra da Coreia que dividiu o país. No entanto, eles não poderão estabelecer líderes nem usar materiais religiosos.
O ministério Cornerstone International, que trabalha com os cristãos naquela região, estima que existam entre 200 e 300 mil cristãos norte-coreanos vivendo no país, que não são reconhecidos pelo governo, a verdadeira igreja subterrânea.
Eles são obrigados a praticar sua fé em segredo, pois se forem pegos, serão enviados para campos de trabalhos forçados, bastante conhecidos pela população. Um homem que conseguiu fugir de um deles explicou à CSW que conheceu um prisioneiro que foi enviado para o campo simplesmente porque tinha passado um mês na China estudando a Bíblia.

Templos abertos, mas vazios

Os cristãos não são o único grupo religioso a sofrer sob o regime comunista. Budistas e Cheonistas [crença tradicional coreana] também são tratados como inimigos da revolução, embora a CSW acredite que “o regime pode ter um maior grau de tolerância com as crenças consideradas nativas da Ásia ou da península coreana”. Um dos principais argumentos contra as igrejas é que elas fariam parte de uma tentativa de dominação estrangeira.
Segundo o extenso relatório do CSW, os templos abertos parecem mais com museus que com   prédios de atividades religiosas. “Estas instalações, organizações e instituições permanecem abertas para mostrar a existência de pluralismo religioso e aceitação, mas a realidade é outra”, sublinha o material.
A CSW pede que a comunidade internacional apoie o encaminhamento da Coreia do Norte para o Tribunal Penal Internacional, onde será investigada todas as suas violações de direitos humanos.
Sua petição diz que “Muitos norte-coreanos estão sofrendo por causa de sua fé, e a comunidade internacional precisa agir urgentemente para acabar com a impunidade e garantir a prestação de contas… Todo esforço deve ser feito para buscar a responsabilização e justiça para o povo da Coreia do Norte, que sofre abusos dos direitos humanos em uma escala sem paralelo no mundo moderno”.Com informações de Christian Today
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